28 fevereiro, 2017

Comprinhas.

Já vos aconteceu andarem feitas loucas à procura de uma determinada peça de roupa, ou várias, e correrem a maioria das lojas e não conseguirem encontrar, ou porque não é o vosso estilo, ou é demasiado caro, ou tem acessórios em demasia, ou a cor não é bem essa?

E ao contrário, não andarem à procura de nada e acabarem cheias de compras?
 Pois este fim de semana não ia à procura de nada em especial, se bem que continuo em busca de umas simples calças de ganga, e apesar de não ter vindo para casa cheia de compras, acabei por comprar um vestido e um body!

Estes:

Lefties, 19,00€



Lefties, 6,50€
 O vestido é tão fofinho! Senti-me uma adolescente com ele! E o body comprei-o a pensar usá-lo numa saia azul escura já nos dias mais quentes!

27 fevereiro, 2017

Looks Oscars - Aborrecidos

Pois se o post de favoritos foi bem curtinho, este já tive de andar a fazer seleção para não ficar enorme!
Muitos dos looks não são de todo maus, são só  aborrecidos. Sem qualquer graça, ou o glamour que tanto esperamos ver na red carpet.
Aqui ficam eles:

Charlize Theron, em Dior. Uma mulher linda como esta num vestido que parece que nem é dela. Parece-me grande, e o corte nada tem de bonito.

Dakota Johnson, em Gucci. Só consigo pensar que estava a tentar vestir-se de estatueta, num tom um bocadinho mais claro! Para a próxima pode servir de prémio! E aquele cabelo nem é bom falar...

Emma Stone, em Givenchy. Lá está não detestei, mas é tão chatinho! Não acho que seja vestido para red carpet!

Looks Oscars - Favoritos

Ontem tivemos mais uma edição dos Oscars, nomeadamente a 89ª edição. Este ano ainda não vi um único filme que estava nomeado, por isso não me posso pronunciar acerca dos vencedores.
La La Land, era o filme com 14 nomeações, e venceu em 6 categorias, tendo Emma Stone arrecadado a estatueta de melhor atriz, e  Damien Chazelle, o prémio de melhor realizador.
A entrega da estatueta para melhor filme, ficou marcada pela entrega a La la Land, mas tratou-se de um engano, sendo que no final quem acabou por vencer nessa categoria foi o filme Moonlight.

Relativamente aos looks da red carpet, estou extremamente desiludida, porque apesar de não achar que há looks muito, muito maus, acho que a sua maioria são tão aborrecidos.
Não houve um único que me fizesse suspirar por ele, mas houve imensos que me fez abrir a boca de tédio.
Neste post ficam (os poucos) que gostei!

25 fevereiro, 2017

Dona Maria Pregaria

Já andava há algum tempo para experimentar e hoje foi o dia. Fui dar um passeio pela praia e visitei a Dona Maria Pregaria em Vila do Conde! Comi um hambúrguer chamado " À grande e à francesa" acompanhado de uma marajucada!

O hambúrguer era composto por carne de novilho, tomate seco, queijo cheddar, cebolada mediterrânica e cogumelos Portobello salteados. Vem acompanhado de batatas fritas e o molho é maionese com alho.

Posso dizer que gostei bastante! A carne do hambúrguer é muito boa, aliás aquilo que realço é principalmente a qualidade da carne. Depois toda a combinação de sabores torna o hambúrguer para além de muito saboroso, nada enjoativo! O pão estava fresco, e no geral posso dizer que gostei muito. 
O único ponto negativo que aponto são as batatas fritas que não eram grande coisa. Para além de muito pequenas não eram lá muito saborosas. Ainda assim com a maionese de alho foram todas!


Espécie de sondagem.

Parece-me interessante conhecer outros pontos de vista, por isso digam-me lá o que é que numa discussão de casal vos tira completamente do sério:

1) A discussão começar num tom, e terminar em não sei quantos decibéis acima?
Ou
2) O outro responder a tudo que dizemos com argumentos que não lembram nem ao menino Jesus?
 Ou
3) O outro não responder a nada e ainda nos olhar como se nem soubesse o que é que se está a discutir?

24 fevereiro, 2017

A frontalidade que não é frontalidade.

Tenho um sério problema com a frontalidade. Ou melhor tenho um problema com a forma com que entendem ser a frontalidade!
Se calhar até sou eu que não estou certa. Se calhar até sou eu que prefiro ser a boazinha e colorir as coisas para que não fiquem feias, mas para mim frontalidade não é dizer o que se pensa a qualquer pessoas, e em qualquer momento. 
Já ouvi várias pessoas dizer que uma das suas qualidades é a frontalidade. Mas depois assisto a uma tremenda falta de noção e principalmente de educação, que me deixa possessa.
Se eu não tenho confiança com a pessoa, se eu não me sinto à vontade de transmitir o que sinto, penso, ou acho, eu não vou desatar a debitar tudo o que me vem à cabeça sem ter noção do que é em demasia. Porque isso só vai ser rude da minha parte, indelicado, e se calhar acaba por ser uma invasão da esfera pessoal do outro.
Quando nos questionam sobre algo, não digo que se deva mentir, que se deva enganar o outro, simplesmente acho que há várias formas de transmitir a nossa mensagem sem sermos intrometidos, e sem sermos principalmente rudes.
As palavras em qualquer circunstância devem ser pensadas antes de serem colocadas em voz alta. E podemos ser sinceros, com um nível de frontalidade certo sem magoar, ou ferir o outro, e tendo a certeza que fazemos a nossa parte.

Ser frontal não me parece de todo uma qualidade. Há é pessoas que pensam um bocadinho mais que outras nas palavras que dirigem aos outros, sabendo depois conjuga-las no momento certo. 

23 fevereiro, 2017

Coisas só dele #6

Ontem foi dia de ir às compras para casa no final do dia.
Como eu chego normalmente mais cedo que ele, ainda fui a casa, e esperei que ele me viesse buscar para não irmos em dois carros para o supermercado.

Quando já estou no carro com ele diz-me:
- Amanhã tenho de ir mais arranjadinho para o trabalho!
E eu perguntei:
-Então porquê?
Diz o vaidoso:
-Vai estar lá a RTP!!!

O meu namorado acha-se uma estrela de TV de certeza ;)

 

21 fevereiro, 2017

Memórias

Hoje por coincidência a caminho de casa da minha mãe encontrei o autocarro que transporta as crianças, e adolescentes da escola para aquela zona, e lembrei-me do quanto eu andei de autocarro. Desde que iniciei o ensino básico até ao final do ensino secundário ia todos os dias de autocarro para a escola. E são tantas a recordações dessas viagens!

Logo no início morria de medo de perder o autocarro. Como percorria ainda alguns metros a pé até à paragem estava sempre com receio de não chegar a tempo. Só descansava quando ele passava primeiro num sentido, porque sabia que mais 5 ou 10 minutos ia parar ali, e eu não o ia perder.
Depois esse constante receio foi desvanecendo com o hábito. Os lugares já estavam marcados, a nossa companheira do lado também, e durante o percurso, cerca de 15 minutos, lá íamos nós a conversar sobre o dia que tínhamos pela frente! Já mais velha, fazia muitas vezes o caminho mais calada que isto de acordar e ter boa disposição não é para todos!

Era uma confusão quando o autocarro de freguesia ao lado por algum motivo não podia ir e tinha de ser o nosso a fazer a recolha também lá. Éramos tantos dentro do mesmo autocarro que nem sei se era seguro fazer o transporte de crianças naquelas condições. Mas a verdade é que nunca nos aconteceu nada!

E quando de regresso a casa o condutor se esquecia da nossa paragem?! Era ver toda a gente a gritar para ele parar, e nós a termos de andar ainda mais uns metros porque ele acabava por parar mais abaixo do sítio correto.

Ah... E mais. Em todos esses anos em que andei de autocarro a minha mãe acompanhava-me até à paragem de autocarro todos os dias de manhã, e esperava-me todos os dias à tarde. Sim, todos os dias! Até eu entrar na Universidade e sair de casa. Nunca em momento algum senti vergonha, de já me sentir maior, e mesmo assim ter a companhia da minha mãe para este trajeto. Sabia tão bem de manhã ela aturar o meu mau humor, e de tarde ouvir o relato entusiasta do meu dia!


As memórias são tantas, que hoje, quando avistei o autocarro lembrei-me duma série delas, e ri-me! Sozinha no carro ri-me, ao lembrar de quando era mais nova e fazia daquele meio, o meu meio de transporte

20 fevereiro, 2017

Ser precipitado.

Que todos nós já tivemos alguns momentos de precipitação é verdade, mas com certeza podemos dizer que aprendemos algo com isso, quanto mais não seja, que não voltamos a cair numa de sermos precipitados.

É por isso que me custa ver, e perceber aqueles que são uns precipitados em tudo, mas que caem, e voltam a cair na precipitação.
Seja no trabalho, seja na vida profissional, seja nas suas relações pessoais. é desastre atrás de desastre. Se eu no meu trabalho achar que foi precipitado falar com um cliente numa determinada fase, no próximo não caiu no mesmo erro. Vou corrigir.
Se numa relação seja ela amorosa, ou não, eu assumi cedo demais os meus sentimentos, numa próxima já me vou salvaguardar!  Então é ver em redes sociais estampadas declarações de amor, ao final de dois meses de namoro, e mais um mês e já terminaram a relação. É assim, eu acho bem que se demonstre amor, carinho, afectos. É bonito! Mas que tenham algum valor. Não é dizer só para ficar bem na fotografia, não é expor só para os outros verem, lerem e comentarem. Até porque uma vez até se tolera, mas duas, três, dezenas de vezes que vemos aquela pessoa a expor os seus sentimentos em público, e depois tudo termina. Depois perde-se o namorado que era o amor da vida, perde-se a amiga que era a amiga não de sempre, mas para sempre, perde-se o cliente porque falou muito e cedo demais. Finda-se tudo aquilo que foi exposto por se ser precipitado.

Agora custa-me é ver que estas pessoas não são capazes de  aprender de umas para as outras. É vê-las a repetir, e repetir, e repetir, e a terminar sempre da mesma forma.
Acho que isto não se trata só de ser precipitado, mas também de ser exagerado. A necessidade de se sentir muito, em grande, em proporções impensáveis, faz com que percam a noção da quantidade de vezes que aquilo já terminou mal, e por isso mesmo não os deixa corrigir.

Pena! Lamento, mas o único sentimento que consigo sentir é pena. Porque a verdade é que é lamentável essas pessoas não conseguirem enxergar de forma clara, que às vezes mais vale pensar um bocadinho mais, sentir um bocadinho menos, e  viver de forma simples sem grandes exageros!

 

19 fevereiro, 2017

Revista cor de rosa.

Estou numa de fofoquice depois do que vi. Então não é que cheguei a casa e estava a dar ainda o "agarra a música" na SIC e deparo-me com a Sara Matos como convidada?!
Para quem não está muito a par, esta minha admiração deve-se ao facto da Sara ser a nova companheira do Pedro Teixeira, que por sinal é o ex-companheiro da Cláudia Vieira, apresentadora deste mesmo programa.
Já tinha lido qualquer coisa sobre a gravação deste programa, e que o ambiente não foi o mais natural entre as duas. Segundo se consta a Sara é que se intrometeu na relação da Cláudia e do Pedro. Se é verdade?! Não sei, e com certeza nunca iremos saber. Mas a verdade é que para quem via os morangos com açúcar acompanhou a relação da Cláudia e do Pedro, e a sua separação deixou uma marca de surpresa. 
Na brincadeira costumo dizer que sou do team Cláudia! Acho-a uma mulher super elegante, daquelas de fazer inveja só de olhar (então aquele cabelo é de me fazer ter palpitações!), que como apresentadora é muito fraca mas safa-se na representação. Já a Sara ainda a vejo mais menina que mulher, e apesar de ser bastante bonita não a acho um mulherão!

E pronto, foi ver-me sentada no sofá assim um bocadinho nervosa a ver os olhares que trocavam e as expressões que faziam por terem de interagir (pouco) uma com a outra! Passaram no teste!!!!

O gosto de comer bem.

Este fim de semana foi a verdadeira desgraça! Depois do aniversário do pai do meu namorado onde comi duas fatias de bolo de aniversário, no dia seguinte resolvi no mesmo lanche comer um croissant com fiambre e uma bola de berlim, mais um croissant simples no lanche de hoje, e terminei agora uma refeição de Burger King. Como podem ver não me poupei em nada. 
Eu já sabia que as bolas de Berlim do Natário eram as melhores, mas os croissants não lhe ficam nada atrás! Fica a prova da minha gordice!

A minha sorte é que fins de semana como este não acontecem regularmente porque senão a esta altura estava a rebolar.

17 fevereiro, 2017

Férias!


Não, ainda não estou de férias! Aliás a fase mais complicada do meu trabalho ainda vai começar agora. Mas com o sol que está lá fora já só consigo pensar em férias. Nuns diazinhos de descanso sem ter preocupações, e conhecer muito tudo o que há para visitar! Adoro estes dias soalheiros, que de manhã e ao final da tarde está um bocadinho de frio. Gosto de andar na rua, porque ainda me cheira a frio mas os dias convidam a passeios.
Fico mais bem disposta, com mais energia, e com outra vontade para tudo. Eu sei que a maioria das pessoas sentem-se assim no Verão. Mas eu no Verão fico mole. As temperaturas elevadas cansam-me, deixam-me mal disposta, com constantes dores de cabeça. Por isso é que digo sempre que não sou do Verão, sou claramente do frio (sem chuva).

Venha de lá o trabalho, que enquanto estiver o tempo assim sinto-me com super poderes!!!
 

16 fevereiro, 2017

Que nervos senhores, que nervos!

Acho que já deu para notar que sou uma pessoa assim para o nervoso... Quando me tiram do sério a minha tensão é coisa para disparar, e começo a ter palpitações, suores, comichões e tudo a que tenho direito!
Pois há muita coisa que me deixa nervosa, não vale a pena estar aqui a fazer uma lista porque era post para durar até amanhã e com certeza ainda faltariam hipóteses. Por isso venho só falar de assunto que recentemente acompanhei e que apesar de não ter sido comigo, revejo-me nesse papel.
Então, é certo que nós mulheres somos seres fantásticos. Não só por todas as características que Deus nos deu, como também pelas físicas. Quero eu dizer, que uma mulher é capaz de chamar à atenção numa rua, mesmo que não esteja semi-nua, nua, de decote. pernas à mostra, etc. Um mulher chama a atenção só porque sim, só porque é mulher. Se vivermos num meio pequeno que toda a gente se conhece, e se for de conhecimento que aquela mulher é comprometida (casada, namorada, o que for) então por muito que ela chame a atenção, não vai ser demonstrada publicamente sem qualquer pudor. Porque aquela mulher tem um homem e porque provavelmente até se conhecem  e como tal não há confusões. Sabemos que há muitos homens que estão nem aí para o facto da mulher ser comprometida ou não. Mas tentando focar na regra e não na excepção continuamos...
Ora, a pessoa em questão estava junta com um homem, há mais de 20 anos. Dessa relação até nasceu uma filha. Era de conhecimento público esta família constituída pela mulher, o homem e pela filha. Mas é certo que nada é para sempre e esse relacionamento terminou (não da melhor forma). Assim que passou a público a separação a atitude dos homens mudou completamente. A forma de falar, de olhar, até mesmo as próprias insinuações que fazem, seja pessoalmente ou por mensagem, são repugnantes. Pelo menos a meu ver são. E houve um, que no ato da sua profunda inteligência ainda resolveu meter-se na vida privada e deu palpites sobre a sua antiga relação, como comentários do género: "Não digas isso dele, porque foi com ele que dormiste muitas noites!". 


MAS A SÉRIO QUE ELE DISSE ISTO????
Eu quando ouvi nem quis crer, e acho que ela também não. Mas assim que se recuperou de ouvir esta baboseira respondeu-lhe à letra! Eu acho que o tinha mandado sair. Na hora!

Por isso é que penso que quando estamos comprometidas merecemos um nível de respeito, mas se já não estivermos esse respeito perde-se. Por muito que cada uma de nós se imponha, mostre que exige respeito, eles vão sempre achar que se está solteira podem dizer e opinar o que entenderem. Não! Não! E não! 
E isto dá-me cá uns nervos... Mas que nervos!
 

15 fevereiro, 2017

Tema controverso.

Falar de crianças é sempre um pau de dois bicos. Pois se eles são a coisa mais fofa deste mundo, também conseguem ser uns verdadeiros terrores. E fora isso, também há as duas visões diferentes de quem já tem filhos e de quem não os tem. Evidentemente que as opiniões, bem como a experiência será completamente diferente.
Não sou mãe. Mas planeio ter filhos. Tudo a seu tempo. Quando ambos acharmos que estamos preparados para isso, quer a nível financeiro, quer a nível mental. 
Gosto de crianças. Gosto da alegria que elas trazem a um sítio, a uma família. Gosto de as ver crescer, e acompanhar a fase dos primeiros passos, primeiras palavras, primeiros raciocínios, e às vezes até as birras (lá está, ainda não tenho filhos por isso não custa nada!!!).
Mas quando elas começam a crescer, e ter a sua independência e autonomia, quando começam a socializar, a frequentar as escolas, e a ter os seus amigos é quando a personalidade da mesma se vai formando. E acho que é essencial as crianças serem acompanhadas nessa fase. Deixá-las experimentar, ver, pensar, mas estar lá para encaminhar, para ter a certeza que estão no seu caminho.

Não sou nenhum entendida em crianças (alguém é?) mas tendo em conta a atualidade não podemos comparar a nossa infância (que já foi há alguns anos) com a infância que se vive agora. As coisas mudaram, evoluíram. Sim eu sou do tempo (adoro dizer isto) de brincar na rua, sem qualquer preocupações para os meus pais. Computador só havia um, fixo em casa, que tinha de ser partilhado por mim e pelo meu irmão, mas já eu era maiorzinha. O primeiro telemóvel só chegou quando já andava no 6º ano. Mas é claro que os miúdos agora vivem numa era tecnológica. É normal que aprendam super cedo a mexer em telemóveis, computadores, tablets. E habituaram-se a eles, a jogar neles. E é isso que eles gostam. Se antes eu vibrava em jogar às escondidas no meu lugar, eles agora esperam ansiosamente pelo momento em que vão poder jogar aquele jogo no computador.
Não é que eu seja a maior apologista desta forma de socializar, mas compreendo-a. O que não compreendo é os exageros. É certo que tudo que é em exagero faz mal, por isso aplica-se o mesmo nesta situação.

É um exagero um miúdo ainda andar na escola primária e ter um telemóvel topo de gama. É um exagero, um miúdo ter um computador portátil, e ao final de 2 anos pedir outro porque quer um melhor. É um exagero miúdos de 10 anos irem para cama com o telemóvel sem horário para o largar. Tal como é um exagero (e um perigo) miúdos desta idade acederem à internet sem qualquer supervisão. Não é só o facto de estarmos perante uma era claramente tecnológica, mas sim estarmos numa era consumista. Os pais tendo possibilidades querem dar tudo aos filhos. Com certeza que quando for mãe e o meu filho me pedir deste género de coisas, eu também vou dar. A questão é ter noção do limite. Quando saber dizer o não, seja pelo excesso de pedidos, seja pelo valor desses mesmos pedidos. Eu ainda sou daquelas que quando vejo um miúdo com o último iphone na mão a dizer que foi a prenda de natal abro a boca de surpresa. 

Se a criança já tem idade para pedir e ter esse género de "brinquedos", também tem idade para perceber que tem de os estimar, e que aquilo não cai do céu. Que não basta fazer o pedido que vai voltar a ter e melhor. É preciso dar valor.

Cada um educa da forma que melhor sabe e quer. Mas ao contacto que tenho tido com crianças parece-me que se estão a perder valores e princípios que antigamente eram sagrados. Estamos numa era tecnológica e essencialmente consumista, mas os princípios devem manter-se. Esses que nos foram ensinados pelos nossos pais, e que tenho a certeza  que pretendemos passar aos nossos filhos. Com todo o mimo e prendas  merecidos. 

14 fevereiro, 2017

Carnaval.

Agora que o dia dos namorados está a chegar ao fim, é preciso começar já a pensar na indumentária do Carnaval! E não me chamem apressada! Afinal as lojas já tem os disfarces todos expostos, e sabem que com o aproximar da data vão esgotando... Depois queixem-se que só tem disfarces marotos de empregada de bar, freira ou diabinha!


Estou a brincar claro! Mas a verdade é que se não comemoro o dia dos namorados, o carnaval muito menos. Quer dizer já festejei. Quando era mais nova, e mais recentemente há 3 anos atrás. Mas a verdade é que não tenho espírito carnavalesco. Isso é um facto certo!
Enquanto andei na escola primária, só me disfarçava porque era obrigatório. Chegava a esta altura e até com dores de barriga ficava só de pensar que tinha de escolher um disfarce. Assim que o tempo foi passando desisti de festejar o carnaval. Até chegar à fase da adolescência que qualquer motivo era bom para se sair à noite, Mas a verdade é que era visível que comparada com as minhas amigas, eu não tinha jeito nenhum para andar disfarçada no meio das ruas, das pessoas, das fitas e dos confetis. 
Há três anos atrás voltei a insistir e juntamente com uma amiga que adora carnaval lá fui. Com um disfarce que era dela, de Joaninha (!) super fofo e super quente, que no nosso carnaval é um fator determinante para quem anda na rua. Mas lá está. Enquanto ela vibrava a andar de um lado para o outro eu só achava parvo! Atenção não acho o carnaval parvo, aliás adoro ver os disfarces que andam na rua. Alguns deles são verdadeiras obras de arte, e de criatividade. Eu só me sinto é parva com os disfarces. Sejam eles do que for.

Assim decidi que o Carnaval não é a minha praia. Nesta época está um frio de rachar para andarem para aí a sambar semi-nuas, ou para usar disfarces de odaliscas, ou de nadadoras salvadoras! Não gosto nada de máscaras faciais e também não sou grande adepta de palhaços, que se costuma ver aos montes.
Gosto muito de ver grupos reunidos de minions, simpsons, mecos (sim já vi e estavam espetaculares), de flintstones ... Pronto acho que já perceberam a ideia! Fora isso, não contem comigo para andar mascarada do que for porque não tenho jeito nenhum para isso!

E vocês, é costume festejarem o carnaval? Que tipo de disfarces usam?

Coisas só dele #5

No sábado passado tínhamos jantar marcado com os amigos. Tocou-nos a nós marcar lugar, porque o restaurante não aceita reservas e está sempre com filas de quilómetros.
Estivemos cerca de 1h15 à espera, e enquanto estávamos lá em desespero esfomeados, chegou um espanhol que não percebendo o funcionamento do restaurante resolveu perguntar. A quem? Perguntam vocês? Ao namorado, que é pessoa que se desenrasca muito bem em espanhol (NOT!).

O que eu ouvi foi:
- Tens de procurar o funcionário e dar o nombre! (Ler com suposto sotaque espanhol!)

Claro está, que assim que o espanhol saiu da nossa beira soltei uma gargalhada! A única coisa em espanhol que ele disse foi "nombre". Mas acha que se puser um bocadinho de sotaque na frase aquilo acaba mesmo por soar a espanhol! Só que não...



13 fevereiro, 2017

Grammys - Os que não me convenceram

Pois, se no post dos favoritos haviam 5 looks, neste que não me convenceram são o dobro! Ou são os meus gostos que andam esquisitos ou então não sei onde anda o bom gosto para estas cerimónias.
Aqui ficam:
Adele, a grande vencedora da noite. Mas a indumentária dela não estava de acordo com os prémios que recebeu. Já sabem que não gosto de verde, por isso não há nada para gostar neste vestido!!

Camila Cabelo, em algo que me faz lembrar a múmia! Até a pose...

Grammys - Favoritos

Ontem decorreu a gala de entrega dos Grammys, tendo saído como grande vencedora Adele, que arrecadou 5 prémios. A derrotada da noite foi Beyoncé, que estando nomeada para 9 categorias só venceu duas.
Quando há gala também há passadeira vermelha e como tal looks. Andei a dar uma vista de olhos e aqui ficam os looks favoritos da passadeira vermelha dos Grammys. É certo que este post será mais pequeno que o seguinte onde irão constar os looks que não me agradaram. Ainda assim cá ficam...

Beyoncé, num vestido que não é o meu estilo, mas acho que é o dela! Mesmo grávida não deixa de ser ousada (neste caso no decote). Não é o meu preferido nem anda lá perto, mas é suficiente. E não vamos falar daquele cabelo ok?

Carrie Underwood. num vestido que também não é propriamente o meu género, mas acho que funciona bem. Este género de decote foi visto em muitos looks, e acho que para uma gala fica sempre bem. Neste caso, só me parece que o tamanho está assim um bocadinho grande. Ou será só impressão!?

Jennifer Lopez, numa pose que não vamos comentar. Eu gosto da cor, e gosto do vestido. Pronto, gosto!

Mýa, num visual completamente diferente do esperado! Mas eu gostei bastante. Um look monocromático que funciona muito bem!

Rihanna, com certeza que será um look que não vai reunir consenso, mas eu gostei muito! Diferente, original, mas para mim perfeito para uma passadeira vermelha. O único ponto para mim negativo, é o top que a meu ver parece que está pequeno, fora isso, é o favorito!




Dolorosas manhãs.

Adoro dormir. Desde nova que sempre dormi bem, e muito. Com 26 anos, conto pelos dedos de uma mão noites mal dormidas, e com poucas horas de sono. Se não tiver compromissos, nem horário para acordar, é ver-me a dormir 10 a 12 horas sem qualquer problema. Mas mesmo que durma estas horas, a manhã é sempre uma tortura para mim. O sair da cama quentinha, o fazer o pequeno almoço, o vestir-me é coisa para fazer completamente muda. Sem dizer uma única palavra. O meu namorado é igual. De manhã, assim que sai da cama, não pronuncia qualquer palavra. Ou seja, andamos os dois pela casa sem se ouvir nada da nossa boca. Costumamos dizer que gostamos de acordar devagarinho!
E é por isso, que consoante o meu estado de espírito (que normalmente nunca é bom de manhã) eu escolho a roupa que vou vestir nesse dia. Quando era mais nova, e ia para a escola, costumava preparar a roupa no dia anterior. Mas a verdade é que a meteorologia de um dia para o outro difere imenso, e então ás vezes tinha de fazer mudanças à ultima da hora. Por isso optei por escolher a roupa de manhã. Mas lá está, há o inconveniente de eu de manhã estar completamente ensonada, sem capacidade para nada. Logo, escolher roupa de manha pode-se tornar uma aventura.
É que o meu pensamento quando estou a escolher a indumentária, e agora principalmente no inverno, é pensar que preciso de estar quente, e confortável. Mas como é óbvio não vou de pijama, nem de fato de treino polar para o trabalho, certo?!
Então é ver-me, sentada na cama, com as portas do armário abertas, a olhar para a minha roupa e a pensar o que vou levar em vestido com aquele humor.



Obrigo-me a elaborar um bocadinho, mas há dias que só pego mesmo nuns jeans, uma camisa, com uma camisola por cima, uma gola de pêlo, casacão, e umas botas rasas, ou sapatilhas. É que não dá mesmo para mais!
E sou vaidosa, gosto de andar arranjada, gosto de combinar a minha roupa, imaginar aquelas calças com aquele top, ou a saia com a camisa, mas quando chego à hora de vestir de manhã, já nada importa! Acho que se não fosse estranho ia mesmo de pijama, robe e pantufas para o trabalho! E ia tão bem...

12 fevereiro, 2017

50 shades darker.


Ontem lá consegui bilhetes e fui ver o segundo filme da triologia das 50 sombras. Não vou fazer aqui nenhuma revelação do filme, por isso quem for ver o filme, pode ler o post que eu não vou adiantar grande coisa, a não ser o que achei do filme!
Eu li os três livros. E depois de finalizar os três livros foi evidente que o primeiro foi o mais marcante. Porque a história era uma novidade, e a ousadia da mesma deixou toda a gente a falar sobre ele. Os outros dois livros foram para mim, um complemento ao primeiro livro. Ou seja, primeiro saiu o livro que era uma bomba e depois saíram as explicações para o que ficou por desvendar no primeiro livro.
Quando saiu o primeiro filme a vontade de ver como iriam restratar toda a história era imensa. Obriguei o meu namorado a ir ao cinema logo na data de estreia para ver o tão aguardado filme. E pronto a desilusão era visível no fim do mesmo. Desde o ator principal que para mim de Christian Gray tinha (e tem) muito pouco, desde as cenas mais marcantes no livro não corresponderem em nada áquilo que vimos na tela do cinema. Basicamente era um filme que pouco ou nada interessava. E era o filme que deveria ter tido mais interesse, pois se o primeiro filme não tinha convencido, então estava o mote lançado para a desgraça dos seguintes.
E assim foi. Li várias opiniões antes de ver este segundo filme e todas elas a afirmar que este segundo filme era melhor que o primeiro. A mim deixou-me uma pontinha de desconfiança, tendo em conta que a história do primeiro era mais interessante, mas ainda assim fui. Mas ao intervalo já estava convencida de que o filme não trazia rigorosamente nada de novo.
Acho que os atores principais desenvolveram a personagem um bocadinho melhor que no primeiro filme. Achei-os mais cúmplices e próximos, mas a história deles assim o exigia. Mas fora isso, o filme que tantos pormenores tinha para explorar soube a pouco. Muito pouco mesmo. Parecia que estava a assistir a um filme em modo rápido. Ou seja, surgia uma novidade mas era logo esclarecida sem grande suspense, sem grande desenvolvimento. E claro, que intercalavam com as cenas de sexo. Que ainda por cima não foram nada, mas nada interessantes.

Assim resta-me aguardar pelo último filme desta triologia só para a completar, mas sem grandes esperanças. Até porque para mim o terceiro livro foi o que teve a história mais desinteressante de todos. E se nestes dois primeiros filmes eu já me senti defraudada então no último de certeza que não será diferente.

11 fevereiro, 2017

A relação dos outros.

Já muitas vezes ouvimos que "entre marido e mulher ninguém mete a colher " coisa que por sinal não concordo muito! Infelizmente de todo lado chegam-nos notícias de violência doméstica que mesmo que nada tenha que ver connosco, se nos depararmos com ela devemos denunciar, devemos meter a colher.
Relembro que quando os nossos vizinhos do lado se mudaram, logo nos primeiros dias tivemos uma situação super embaraçosa de ouvirmos a discussão ao ponto de ouvirmos parte do diálogo que nos deixou assustados, e resolvemos tocar à campainha para ter a certeza de que estava tudo bem. Ninguém nos abriu a porta e acalmaram os ânimos (a discussão manteve-se mas noutro tom).
Ora quando são pessoas que nos são próximas, amigas por exemplo, por muito que me contenha em certos comentários, pode chegar a altura de eu dizer mesmo o que penso, e é uma chatice. O facto de eu não gostar do namorado de uma amiga não implica que ela tenha de concordar comigo e terminar com ele, obviamente! Aliás quando no início duma relação me perguntam o que acho dele, se a minha opinião não for a melhor prefiro não a partilhar. Porque ainda não conheço bem a pessoa e posso estar a julgá-lo precipitadamente, e porque a minha amiga está a tentar algo sério com ele e eu não quero atrapalhar. Já vi muitos casos de que a amiga diz que não gosta do namorado, e o que acontece é que os namorados mantém-se, mas a amiga, essa, vai à vida. Por isso tento jogar pelo seguro. Primeiro as coisas devem se tornar efetivamente sérias, eu também tenho de conhecer melhor o rapaz e depois aí sim posso formar alguma opinião sobre ele.
Quando todo este processo está concluído, e eu mantenho a pior opinião sobre ele então se a minha amiga me perguntar o que penso, ou o que acho eu vou-lhe dizer. Porque acima de tudo ela é que é minha amiga, e como em qualquer relação é a ela que devo lealdade e sinceridade.
O provável é que ela não goste do que vai ouvir, aliás é muito provável que até se desculpe por ele, mas eu transmito-lhe o que uma pessoa de fora da relação consegue perceber.
Por muito sincera que seja, fico sempre com receio. Receio de estar a criar uma falha entre mim e a minha amiga e a sua relação. Não é fácil tomar uma atitude destas, porque a nossa própria amizade também fica em jogo. Mas quando vemos que as coisas estão a tomar proporções exageradas, e vemos a nossa amiga a perder a sua essência também entramos nós em desespero e, ou falamos, ou calamos.

Dá para notar que todo este texto foi vivido na primeira pessoa, não dá?

10 fevereiro, 2017

Dia dos namorados!

Se a 4 dias do dia mais amoroso do ano eu não falasse dele, era capaz de ser um bocadinho estranho, não?
Pois, mas o que venho dizer sobre este dia também não é lá grande coisa! Nunca fui uma grande adepta do dia dos namorados. Ou melhor, acho que não há nada de especial neste dia.
Gosto que o comércio decore as lojas, e ruas, com corações, fica tudo mais bonito e fofinho, mas fora isso, o dia dos namorados é uma dia como outro qualquer. Ok, posso ir jantar fora, mas isso também o faço quando o Benfica joga (eu sou portista que fique bem claro, mas o namorado é do Benfica, e ele tem de acompanhar a equipa por isso eu acompanho-o e vejo também, mas o coração mantém-se azul e branco)!
Não sou fã de flores (estou a ser fofinha, porque eu não gosto de flores ponto!) e nunca troquei presentes com o meu namorado. Habituámo-nos assim, e sinceramente o natal ainda está bem presente na minha memória, por isso quanto mais puder poupar melhor! 
Mas, apesar de não gostar deste dia, compreendo quem gosta, e compreendo quem gosta de trocar mimos, e tornar o dia especial. 
Namoro há 8 anos, e só "festejei" este dia 2 vezes. Ainda nos primeiros tempos de namoro, fiz uma caixa com fotos nossas, rebuçados, chocolates, gomas e dei-lhe. O meu namorado é um grande apreciador de doces!
No segundo ano a morarmos juntos fiz-lhe uma surpresa. Tive um ataque de romantismo e de manhã antes de sair de casa, já ele não estava lá, com post-its fiz na parede atrás da nossa cama, um coração. Algo deste género:


09 fevereiro, 2017

Alerta cabelo!

Como já disse aqui, detesto que me mexam no cabelo. Não sei se tem algo que ver com o facto de ter o cabelo muito fino, com pouco volume, que sinto imediatamente um cabelo a ser arrancado, ou uma ou outra dorzinha que não é nada agradável. Como tal, idas ao cabeleiro é daquelas coisas que me deixa a arfar um bocadinho porque não estou nada, nada relaxada.
Desde penteados, que me puxam em demasia o cabelo e fico toda dorida, ou os secadores que parece que me torram o couro cabeludo, ou então devido ao facto dele ser muito fino, fica cheio de nós e parece que vou ficar careca para os desfazer... Enfim tudo no cabeleireiro me parece uma tortura. E talvez por isso não sou daquelas que passa lá a vida. Ao contrário da minha mãe que tem cabelo de cabeleireiro como eu costumo dizer, e vai lá uma vez por semana, eu só lá ponho os pés quando tem mesmo de ser. Ainda assim tenho a sorte de não me demorar lá muito tempo. O meu cabeleireiro, que é o mesmo desde que comecei a ter cabelo (não sei em que idade é) mas numa estimativa aposto que há 20 anos que é sempre ele, já sabe os meus gostos e conhece bem todo este meu drama. Por isso mesmo só lá vou para cortar o cabelo, ou então ocasiões especiais para me fazer um penteado (também nada de muito elaborado, porque o meu cabelo de tão fino que é não aguenta rigorosamente nada).
Normalmente a minha "consultora de cabelo" é a minha mãe. Tem olho clínico para o meu cabelo, e é a primeira a alertar que preciso de visitar o cabeleireiro. A verdade é que por muito que queira ter o cabelo comprido (que já quis muito, agora não) eu não consigo. Simplesmente não me fica bem. O meu cabelo é fino, sem volume, e super pingão, ora quanto maior está mais caído fica. Ele não é oleoso, mas o facto de não ter volume nenhum, faz com que fique agarrado à cabeça, agora imaginem um cabelo destes comprido até ao fundo das costas, numa rapariga de 1,70m. Bonito não é?!


Coisas só dele #4


Ontem à noite estava um bocadinho em baixo. Estava indisposta, com algumas dores de barriga, enfim, naqueles dias! E é claro que quando estou assim, fico mais carente, e só peço mimo!
Quando chegamos os dois a casa, e depois de alguns queixumes em mim típicos, disse-lhe que quando tomamos o pequeno almoço, e uma vez que ele se levanta sempre primeiro que eu da mesa porque entra mais cedo ao trabalho, ao passar por mim põe a mão no meu ombro! Mas faz isto de vez em quando, não é todos os dias. E eu fico ali sempre uns segundos à espera de saber se põe ou não põe a mão quente no meu ombro. Não é nada de especial, é um mimo, e sabe mesmo bem! Ainda por cima de amanhã nós que somos pouco faladores, gostamos de acordar devagarinho, aquele gesto torna o acordar mais soft!
Ele riu-se, lançou uma graçola (imprópria para o blogue!!!) e nada mais.
Ora, hoje de manhã, lá estávamos os dois a tomar o pequeno almoço, e como é habitual, ele levantou-se primeiro que eu, e quando passou por mim riu-se e ao pôr a mão no meu ombro, carregou com um bocadinho mais de força e esfregou, a chamar precisamente à atenção para o gesto que estava fazer.
Soltei logo um risinho, tal como ele, por sabermos perfeitamente porque o estava a fazer!

O dia começou já de forma mais engraçada, e mais amorosa também! Afinal ele toma notas do que lhe digo (mesmo em jeito de queixumes!).

08 fevereiro, 2017

Say Yes to the dress (só para não entrar em esquecimento)

De vez em quando lá terá de aparecer um post dedicado exclusivamente aos vestidos de noiva. E hoje é um bom dia para isso! Pois os escolhidos para o post de hoje foram: Oscar de la Renta e Rosa Clará. Coleções de 2017 cada um mais lindo que o outro!











07 fevereiro, 2017

O maldito vício da droga.

Ontem à noite acompanhei através do Jornal da noite a reportagem especial que foi emitida denominada "A vida que não quero para mim".
Fortíssima. Aliás, talvez para mim forte de mais para assistir depois de jantar. Relatos de quem entrou no mundo da droga, e infelizmente de lá já não consegue sair. As voltas que dão para conseguirem aquilo que pretendem diariamente. E conseguem. Seja a roubar, seja a arrumar carros, eles conseguem, porque o vício, infelizmente, fala bem mais alto que qualquer valor alguma vez incutido.
Por várias vezes soltei suspiros enquanto via as imagens degradantes que passavam na reportagem. A decadência era visível ainda que não fosse possível ver as caras dos consumidores. Sim é assim que se designam. Consumidores. Consumidores de um pedaço de m*rda que os deixa de tal forma agarrados, sem noção da decadência e miséria que se encontram. Deixa-os sem valores, nem princípios, porque tudo o que é importante é conseguir a(s) dose(s) certa(s) para continuar neste ciclo vicioso.
E eles já tentaram sair. Uma, duas, três, oito vezes. Mas infelizmente o vício é mais forte, e consegue enterrá-los um bocadinho mais.
Esta reportagem visava alertar para o perigo destes consumidores, em situações completamente degradantes usarem a droga em locais ao ar livre e de passagem aos restantes cidadãos. Porque a verdade é que ninguém quer ir com uma criança e passar num qualquer local e deparar-se com esse cenário. Mas os consumidores também não querem. Eles também não querem estar expostos ao quotidiano de quem passa enquanto consomem. E é por isso que cada um deles afirma que deveriam existir as "casas de chuto". E também eu sou apologista dessa existência.

06 fevereiro, 2017

Futilidades #12

Ontem andamos em busca das sapatilhas para ele. Acabou por comprar as Adidas stan smith em verde, e agora andamos os dois "matchi matchi". Ele com as verdes eu com as azuis. E enquanto andamos a escolher vi alguns modelos bem giros que podiam vir cá para casa!




Impotência.

A impotência é uma coisa tramada... Não, não estou a falar "dessa" impotência! Refiro-me à impotência, incapacidade de realizar alguma coisa por medo, receio, pavor a algo.
O meu namorado costuma dizer que estou cheia de manias, e por isto entenda-se alguns medos que ele não percebe. Sinceramente não concordo a 100% com ele, afinal só são dois medos! Esclarecendo, tenho medo a água e a aranhas. 
Bem, o medo de água surgiu devido a um susto que tive quando era mais nova, num rio, e desde aí não consegui recuperar. É bom esclarecer, que tomar banho não entra neste medo! Não tenho qualquer problema com o duche diário, nem com banho de banheira desde que não muito cheio. 
Rios, piscinas e praia é ver-me a molhar o pezinho e nada de muitas aventuras. A água a bater-me na zona da garganta deixa-me com o coração e a respiração a mil, deixando-me completamente desnorteada. Deitar-me na água, ou seja, colocar-me na posição horizontal sem estar a agarrada à beira da piscina ou ao meu namorado, então é um feito impossível para mim.
Talvez por este medo não seja uma apreciadora do Verão. Nunca fui amante de temperaturas elevadas, mas acho que o facto de não me sentir bem dentro de água também ajuda a não apreciar de todo essa época do ano. 
O namorado por sua vez, adora estar dentro de água e não consegue entender o meu receio de estar como ele a relaxar na água. Aliás, se há sitio onde não consigo relaxar é em sítios de água com alguma profundidade.

O medo das aranhas vem desde sempre. Ou pelo menos, não tenho ideia de alguma vez ter gostado desse animal. As aranhas dão-me comichão, deixam-me nervosa, e não me consigo aproximar delas. Matá-las então é impossível na minha cabeça, porque só as imagino a subirem pelo meu corpo... Enfim, visão do inferno.

03 fevereiro, 2017

É de ficar com os nervos em franja!

Há certas pessoas que são tão complicadas, que fazem com que simples trabalhos se tornem uma verdadeira aventura.
Às vezes preciso de uma paciência do tamanho do planeta para conseguir explicar certas coisas a clientes, que simplesmente não querem entender por sua conveniência.
Vejamos um caso prático, e digam-me se isto não é de levar as mãos à cabeça.
O senhor dirige-se até aos meus serviços para efetuar um projeto. Não  importa de quê, simplesmente candidata-se a uma ajuda de investimento.
Ora o projeto é elaborado, e pela elaboração e submissão é cobrado um valor. O senhor paga e não faz qualquer comentário. Mas é informado que assim que tiver o processo concluído tem de voltar a passar lá para elaborarmos o pedido de pagamento, ou seja, efetuarmos o formulário para ele efetivamente receber o dinheiro. Sendo que assim que fizermos esse formulário, o nosso trabalho está concluído e ele efetua o pagamento final de x% referente ao valor que irá receber, e que é mencionado nesse mesmo formulário. Estas condições são aceites, e quando chega à dita finalização do processo é feito tal e qual o descrito, e o senhor sente-se indignado porque paga antes de receber qualquer valor.
Ora vamos lá ver se nos entendemos. Estas condições não foram inventadas a meio do jogo. As mesmas foram explicadas no início da candidatura ao cliente e ele aceitou. Além do mais, se não procedesse desta forma eu nunca iria ver o pagamento. Porque as ajudas que eles recebem são efetuadas diretamente para a conta do próprio. Eu só tenho acesso à data do pagamento, mas só depois de ele ter sido feito. Se essa pessoa nunca mais aparecer ao meu escritório, nem me atender o telefone como iria eu cobrar esse valor? A não ser por via judicial com certeza nunca mais teria acesso ao dinheiro que me devia pelo meu trabalho. Sim porque este processo não se faz sozinho. Se se fizesse o cliente não teria de recorrer aos meus serviços. E eu não trabalho de graça. Ora se tive de perder tempo, a elaborar um candidatura, bem como o seu pedido de pagamento tenho direito à minha remuneração. E essa mesma remuneração foi-lhe devidamente explicada para saber se ele manteria o interesse em fazer o trabalho.

Pois bem, nestes dias tive o cliente indignado, por ter de pagar antes de ter recebido. Expliquei novamente todo o funcionamento do processo, e relembrei-lhe que isto já lhe tinha sido explicado e que ele tinha aceite. Mas mesmo assim, ele mantém a ideia de que ele pagou antes de saber que ia receber. O que não está correto porque no pedido de pagamento elaborado informa que a candidatura foi aprovada, bem como, os valores que irá receber. Mas se não há prazo certo para pagamento eu já não tenho nada que ver com isso.  Ele já sabia que teria que esperar ainda um bom tempo  para efetivamente receber as ajudas a que se estava a candidatar.

02 fevereiro, 2017

Grey's Anatomy

Pois é como vos digo, no que trata a séries, vou daquelas tipicamente de raparigas, passo por zombies, e ainda venho parar à série que dura já uma pequena eternidade de médicos cirurgiões, com bastantes cenas explicitas cheias de sangue!!!

Comecei a ver Anatomia de Grey não desde que estreou, portanto devia a ter acompanhado a partir de segunda ou terceira temporada. Mas desde aí nunca mais larguei. À cerca de 2, 3  anos resolvi ir procurar as primeiras temporadas e vi tudo outra vez!!! Imaginem... Ninguém se dá a este trabalho, a não ser eu.
Gosto muito desta série. Já teve episódios musicais, já teve episódios que nos deixaram com o coração nas mãos, já teve episódios boring... Mas a verdade é que eu sou uma assídua desta série, e estava mortinha que retomassem esta 13ª temporada.
Acho que não será preciso grandes apresentações a esta série, afinal já está há tanto tempo em exibição que mesmo quem não acompanha, tenho a certeza que conhece os pontos principais da série.

Morte.

A forma como a morte de alguém próximo nos abala é uma coisa estrondosa. Um sentimento que quase não é possível explicar em palavras. Só se sente.
Até à data de hoje nunca perdi ninguém que me fosse muito próximo. Pais, irmão, namorado, amigos, pessoas do meu dia a dia mantém-se tudo aqui comigo, uns com mais, outros com menos saúde, mas estão cá, e presentes.
Mas quando alguém morre, e eu vejo os seus familiares próximos completamente desolados o meu coração fica muito pequenino. Porque imagino. Imagino quando me acontecer isto a mim. É um pensamento egoísta, pensar só em mim, e naquilo que vou sentir. Mas a verdade é que penso na falta que essa pessoa me vai fazer, e na impossibilidade de a voltar a ver e de voltar a conversar e lidar pessoalmente com ela. Eu sei que as pessoas vão fisicamente, mas fica-nos o pensamento. Ficam-nos as conversas mentais, aquelas que procuramos ter quando lhe sentimos a falta. Mas não é a mesma coisa. Já não há interação.
Cada vez que penso nisto, os olhos enchem-se de lágrimas, e o peito fica cheio, tão cheio que parece que vai rebentar. Porque o sentimento de que isto vai mesmo acontecer, e eu não vou conseguir fazer nada para o impedir, é uma impotência tão grande que parece que me rebenta o peito. Que me pára a respiração. E me pára os pensamentos. Pára tudo à minha volta e eu só fico com a imagem do que será de mim sem os meus!
E se o sofrimento já é assim só de imaginar, então quando acontecer a dor vai ser de tal forma lacerante que eu vou mesmo parar de respirar. E o meu peito vai mesmo explodir de dor.
Porque mesmo que a morte não seja desejada, ela vai chegar. Mesmo que se esteja a espera ela vai chegar. E mesmo que não se esteja à espera ela vai chegar também. Mesmo que seja mais tarde ou mais cedo, ela vai chegar.

Porque se há coisa certa nesta vida, é que a morte vai chegar.