07 dezembro, 2017

E aos poucos vou entrando no espírito natalício... Comecei pelo blogue!!!

06 dezembro, 2017

A época tem destas coisas...

A época natalícia conquista o coração de milhões de pessoas. Não posso dizer que faço parte desse grupo mas também não odeio. E o mais comum é que quando chega esta altura do ano andamos mais sensíveis, porque também tudo fica propício a isso. E os anúncios de televisão então são o top para nos puxar a lagriminha... Pelo menos foi a minha reação depois de ver este anúncio da vodafone na televisão:

04 dezembro, 2017

Atualização.

1- Este ano, pela primeira vez, estou a fazer o calendário do advento. É uma novidade para mim, na minha casa nunca houve essa tradição e já há muito queria experimentar. Devo dizer que o escolhido foi um da Disney por isso credibilidade zero para uma pessoa de 26 anos!!!!
2- Este fim de semana o namorado já me comprou a prenda de aniversário (yeahhhh!). As minhas sapatilhas de desporto já precisavam de ser trocadas e as escolhidas foram estas:

 
3- O espírito de Natal ainda não se apoderou sobre a minha pessoa. Não decidi quais serão os presente que vou oferecer este ano, a árvore de Natal ainda não foi montada, e a vontade para ir às compras é igual a zero.
4- Também este fim de semana comprei a maioria das coisas que me faltava para o casamento. Fica a faltar a clutch. Mas se estou satisfeita com o resultado final? Nem por isso! Por isso aguardem os próximos episódios que parece-me que vai haver mudanças de última hora!!!
5- Está um frio tremendo! Apesar de andar em casa com mil camadas de roupa e o ponto alto do meu dia ser a hora do banho, gosto muito de dias assim. Frios mas sem chuva (eu bem sei que ela faz falta).
6- Uma questão pertinente que se impõe: Este ano não há música de Natal da Popota? Não sou uma grande fã da dita, mas esperava uma versão do Despacito natalícia!

Assim que tiver disponibilidade mostro as escolhas para o casamento!

28 novembro, 2017

Brincos tendência!

Acho que maioria de vocês já aderiu. Eu também já aderi, e ficam aqui as minhas últimas aquisições em brincos:

Mango, 9,99€ . Estes foram oferecidos. Acho-os muito giros mas não acho que sejam os brincos que melhor assentam na orelha. A parte de cima é côncava e parece que os brincos ficam sempre de lado.

AliExpress, 1,24€. Não pesam nada e ficam 5 estrelas!

AliExpress, 2,49€. Os preferidos! Pesam um bocadinho, mas são tão fofos!

AliExpress, 2,55€. A desilusão! O formato do brinco é super giro, não pesam nada comparado com os anteriores, mas a cor saiu-me completamente ao lado. O laranja é super vivo. É mesmo cor da laranja berrante e não consigo gostar, como tal não vou usar. Imagino que no Verão a quem seja morena fique bem, mas a mim não. Se alguém quiser comprar é só dizer!

Os preços que coloquei são os que paguei pelos produtos, atualmente podem não estar extamente iguais, mas basta entrarem no link que já conseguem confirmar o valor atual.

27 novembro, 2017

Coisas só dele #11

Na semana passada, ao jantar, ele em jeito de brincadeira queixava-se que fazia tudo em casa, que fazia tudo por mim, que trabalhava muito, enfim ... Aqueles queixumes que alguns não são verdade mas era em jeito de brincadeira e para se meter comigo!
Eu lá ia lançando uns olhares de soslaio, com cara séria para meter algum respeito na conversa.
Disse-lhe que eu é que fazia tudo em casa, que antigamente partilhávamos as tarefas domésticas mas que atualmente ele pouco faz e sobra tudo para mim. 
Ele lá respondia que fazia tudo por mim, e eu respondi-lhe que só naquele dia tinha tratado de assuntos do carro dele (ainda que com alguma responsabilidade minha), que lhe tinha marcado uma consulta para o médico de família, e ainda que tinha tratado de alguns assuntos referentes à nossa casa, e que era visível que quem tratava de tudo era eu. Ou melhor quem tratava da vida dele era eu.
Resposta:
- Nós somos um só. Por isso estás a tratar da tua vida também!

Mas que grande lata!!!!

22 novembro, 2017

Para o ano é favor redimir-se e pôr a miúda a abrir o desfile ainda mais linda do que já é!!!

A nossa Sara Sampaio é lindíssima e fico super orgulhosa de a ver nos maiores palcos da moda. Mas este ano, no desfile da Victoria's Secret acho que ela não ficou nada favorecida com nenhum dos conjuntos com que desfilou. E não, não tem nada que ver com a suposta barriguinha que dizem ver mais saliente quando a miúda está impecável... É que tanto um conjunto como o outro faziam-a bem mais pequena e sem pescoço!




Macacões, ou a falta deles!

Ainda na onda do casamento que vou ter no mês de Dezembro a primeira ideia que tive para usar no casamento foi um macacão. Mas acho que este ano os macacões no inverno foram esquecidos. Acho que há pouquíssima variedade, e são poucos os que se adaptam a uma cerimónia.
Fiz uma seleção de apenas 4 macacões. Todos pretos (eu super criativa!).

Devo dizer que estou encantada com os dois da bershka. Já experimentei o mais largo. Achei-o muito giro, mas o decote com aquela forma não me favorece nada tábua. O outro ainda não experimentei, não sei se este género mais justo me ficará bem mas achei-o muito elegante!
Se virem macacões bonitos por esse mundo fora avisem-me!!!

20 novembro, 2017

Dia nacional do pijama!

E no dia Nacional do Pijama (com um caráter solidário e educativo para todas as crianças) ficam as sugestões de pijamas bem quentes e fofos. (Ok, os da primark são o top em preço e fofura, mas no site nunca dá para ver nada de jeito!!!):

17 novembro, 2017

Ajudem-me lá...

O vestido que comprei foi este:



Mas agora que o tenho começou toda uma panóplia de dúvidas sobre como o devo conjugar. Todos os acessórios está a ser difícil. O vestido já é suficientemente vistoso para acrescentar grandes acessórios. Mas o maior problema é mesmo o casaco. O vestido já é um casaco, estilo blazer. Pensei que um sobretudo ficaria bem, mas assim que experimentei percebi logo que não. Por isso a única solução que encontro é um casaco de pêlo, que se adequa a uma cerimónia. Deverá ser mais curto que o vestido para que não haja ali proporções sem nexo. 
Relativamente ao penteado tenciono usar um rabo de cavalo simples e uns brincos grandes. Tenho algumas dúvidas se deveria acrescentar algum acessório como apontamento de cor para não ser só preto e prateado. 
Depois de lerem todas estas dúvidas deixo-vos as minhas ideias para o conjugar. Digam-me o que acham!
OPÇÃO 1
OPÇÃO 2
OPÇÃO 3

13 novembro, 2017

Futilidades #19

Este post não é futilidade é mais desejo! Como já estamos a entrar na época natalícia acho que vou aproveitar para deixar ficar dicas de prendas de Natal. Este ano queria mesmo um relógio prateado. Já é um desejo de algum tempo e espero que este ano se concretize. 
Aqui ficam as sugestões:

09 novembro, 2017

Casamentos no Inverno? Eu sei o que isso é!

Pela primeira vez na minha vida sou convidada de um casamento de Inverno. A cerimónia será no dia 30 de Dezembro, e se no verão já foi complicado arranjar indumentária então agora no Inverno a coisa parece estar a complicar-se!
Hoje fiz uma seleção de vestidos que descobri aqui pela internet. Caíram-me os olhos por todos. Não experimentei nenhum, e não sei se algum destes modelos me ficarão bem, mas os que experimentar publico aqui no blogue (mas só os que achar minimamente decentes para cá vir parar!!!)

Com a chegada da passagem de ano existem várias opções para cerimónia, mas há alguns que se calhar não se adequam para um casamento, mas fica aqui a minha lista. Digam-me os vossos favoritos!!!

 

08 novembro, 2017

Quando erro assumo os meu erros. A nível pessoal até poderei levar algum tempo a fazê-lo (admito) mas a nível profissional sou a primeira a admiti-los. Já cometi alguns. Uns mais graves, outros menos.
Mas deixa-me de queixo caído pessoas que sabem que cometeram os erros e não fazem nada de nada para os corrigir. É que nem se esforçam!

Tornam coisas triviais muito mais importantes do que solucionar os problemas que causaram com os seus erros.

Errar toda a gente erra, e também só erra quem faz, mas o lema não pode servir de desculpa. Se metemos o pé na argola agora temos de tentar sair dela. Ou pelo menos fazer de tudo para que se resolva da melhor forma. Não é fazer de conta que nada aconteceu e achar que a nossa vida vai correndo e a dos outros (lesados) não!
Que neura!!!!


07 novembro, 2017

Boa!!!

Ontem o dia começou da melhor forma. Bateram-me no carro!
Estava estacionado, eu estava no meu local de trabalho e fui abordada por duas pessoas a perguntar se o carro x era meu.
Quando me disseram acho que fiquei sem reação. Alguém tinha passado nesse momento viu a batida e viu que quem bateu resolveu seguir a sua vida. Escreveu num papel a matrícula, a marca e cor do carro e entregou nos bombeiros que se situavam ali perto. Foram eles que me vieram avisar.

Lá fui ver quais eram os estragos e não é nada de especial. Está arranhado, está amolgado, mas não é assim tanto.
Mas se deixarmos esses riscos e amolgadelas aumentarem daqui a nada temos o carro pronto para a sucata. Por isso dirigi-me às autoridades e fiz a participação.



E é aqui que fico incrédula. Pensava eu que depois de comunicar às autoridades eles tratariam de tudo junto dos seguros. Mas não. Tenho de ser eu a entrar em contacto com o seguro, comunicar o que aconteceu, e depois é que tentam contactar o seguro da outra viatura.
A mim (que sou uma ignorante nestas coisas) parece-me descabido este procedimento.

Então há 3 partes envolvidas nesta participação. Eu, a GNR, e o meu seguro. E eu é que tenho de dar andamento a tudo, quando eles é que possuem toda a informação. Afinal de contas eu só tenho uma matrícula. Não tenho forma de descobrir a identidade do outro condutor. Sou a interessada mas daí ter feito a participação às autoridades o resto deveria ser tratado "internamente". Mas não. Ando eu agora a preencher declarações amigáveis, com pouquíssima informação para que depois o seguro se digne a tentar descobrir o condutor "fugitivo".
E no meio disto tudo, este condutor já mandou o seu carro para uma oficina, já não tem qualquer marca no carro, e quando algum perito for lá não haverá qualquer vestígio da batida. 

31 outubro, 2017

Inquérito!

Passei por cá só para fazer uma espécie de inquérito.
Gostaria de saber como é que pronunciam o medicamento Brufen.

Dizem "brúfen" ou "bruféne" ?

Parece uma pergunta estúpida mas passo a vida a usar este medicamento e ontem fiquei na dúvida enquanto discutíamos qual a forma correta.

Elucidem-me por favor! 

28 outubro, 2017

Não, eu não morri. Não, eu também não tenciono abandonar o blogue. Mas ando com imenso trabalho. O que é bom! Mas impede-me de ter tempo para o que quer que seja.
Não tenho tempo para escrever no blogue, e mesmo que tivesse estou com falta de ideias de tão cansada que estou.
À noite quando ainda não estou a morrer de sono tenho lido o livro "Origem" do Dan Brown.
E a minha vida tem sido isto. Trabalho casa, casa trabalho. E umas boas noites de sono para no dia seguinte estar a 100%!

Vou tentar arranjar um tempinho para passar por cá mais vezes. Até porque não escrevo, mas também não consigo acompanhar os vossos blogues! Por isso vou ter de me organizar de outra forma.

Até já!!!

22 outubro, 2017

Implicâncias.

Eu não tenho rigorosamente nada contra ela. Acho-a bastante gira e até fiquei triste com a saída dela das manhãs da comercial.
Mas tenho uma implicância (daquelas grandes) com o cabelo dela. Mas será que não há uma cabeleireiro que lhe dê um jeito naquilo?!
É que nem esticado, nem encaracolado, nem curto, nem comprido. 
Aquele cabelo não tem ponta por onde se lhe pegue.
E sempre que a vejo sobe-me uns calores que me apetecia armar-me em cabeleireira e rapar tudo.
Imagem retirada daqui



20 outubro, 2017

Quando os pais (não) sabem o que é melhor para os filhos.

E o que me custa ver uma amiga minha ser condicionada em toda a sua vida por aquilo que os pais acham ou deixam de achar?!

Uma miúda com uma boa disposição que contagia, sempre boa onda, e sempre de bem com todos. Sempre disposta a ajudar, e sempre disponível para os outros. Diria mesmo bastante humana, e sensível aos problemas dos outros. E depois, num dia, aparece-nos com uma disposição que parecia que uma nuvem negra pairava sobre ela. Com um semblante tão carregado que nem parecia a mesma. Pergunto se está tudo bem, e ela parca em palavras responde que sim. 
Não acreditei. Mas com algumas confusões passou-me de falar com ela em particular.
Até hoje.

Saber que há meses vive um inferno em casa porque a família não aceita a pessoa que ela escolheu. Pior, pela segunda vez,não aceitam a pessoa que escolheu.
E se houvessem motivos válidos para isso. Mas não. Os motivos prendem-se com as habilitações académicas. E isso para mim é surreal. Chega mesmo a ser triste.
Ela revolta-se contra eles. Tenta que percebam que as pessoas são o que são independentemente das suas habilitações académicas. Mas enquanto tenta consome-se. Fica completamente desgastada. Para tentar dar um passo em frente dá imensos para trás em tudo o resto.

Não há grande coisa a dizer nestes casos. Ela tem toda a razão do mundo para se sentir revoltada. Não se sente apoiada por quem é mais próximo. Só vê incompreensão do outro lado e intolerância. AConselhei-a a seguir em frente independentemente do que acham. Informa as suas decisões mas não alimenta discussões, confusões. 
Não gostam paciência. Com isso só ganham a distância dela. 

Mas é família. Custa. Ela está de rastos, quando não devia sequer se pôr este géneor de questões.

O que faziam num caso como este?!


18 outubro, 2017

Ainda sobre os incêndios.

Como já puderam ler aqui eu estive no meio de um dos incêndio no passado Domingo. Não me vou adiantar muito mais acerca disso porque já fiz o meu desabafo e só pretendo esquecer o máximo que conseguir desse dia. Mas depois da demissão da Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, e de todos os comentários que leio acerca do assunto também resolvi dar a minha opinião.
Se tenho raiva? Muita!
Se Portugal estar a arder quase de uma ponta à outra é culpa de alguém? Sim é!
Se algo precisa mudar? É óbvio que sim! 
Se a demissão dela ou de qualquer outro membro do governo vai adiantar alguma coisa? Para mim é óbvio que não! 


Desculpem lá mas essa coisa de que o governo é que falhou na prevenção, de que ela (MAI) devia ter aprendido com a tragédia de Pedrogão, que não foi assim há tanto tempo, não me cabe na cabeça. É no mínimo ridículo! Não devíamos todos nós ter consciência do que andamos a fazer? Ou melhor, do que não andamos a fazer. Os culpados somos nós. Parece que ninguém aprendeu com tudo o que se passou há uns meses atrás. Quer dizer que o bom cidadão português é aquele que só toma uma providência quando a coima lhe chega a casa não é? Porque até lá, se ninguém o incomodar deixa lá estar o terreno que não está para gastar uns trocos a limpar aquilo. Portanto, pedimos a demissão de membros do governo mas continuamos com os terrenos perto de habitações prontos a serem devastados por incêndios. Perfeito!

16 outubro, 2017

Memória do inferno.

Hoje acordei e não fui trabalhar de manhã. Saí da cama e fui direta à casa de banho. Lavei a cara e no espaço de segundos desatei a chorar. Chorei o que não chorei ontem! Ou melhor chorei hoje aquilo que não podia chorar ontem. Porque ontem não havia tempo para isso. 
O fogo chegou até nós. 

O fogo cercou-nos e nós fomos marionetas daquilo que ele queria fazer connosco.
Se o vento no início não ajudou depois foi o nosso guardião. Tirou o monstro dali quando nós já nada podíamos fazer. Sem meios, sem ajuda, sem água só nos tínhamos a nós. 
O calor era abrasador. O ar era irrespirável. Os olhos ardiam e tentavam ver aquilo que a noite e a cor vermelha das chamas não deixavam. 
Parei no tempo quando mesmo à minha frente uma labareda gigante se erguia sobre mim. Era minúscula nesse momento perante tamanha destreza. 

O fogo não nos roubou nada. Nem a casa, nem as nossas vidas, nem as dos nossos animais.
O fogo só veio mostrar quem manda. E desta vez foi assim. Assustador mas sem vítimas e sem danos materiais. Mas se continuar tudo igual, da próxima vez posso não estar cá para relatar o terror que vivi.

Muita força para quem como eu no dia 15 de Outubro de 2017 esteve a combater as chamas pelos seus, pelos seus bens, pela sua terra. Este dia ficará para sempre na minha memória.

Às vezes temos forças onde pensamos que não existem!

13 outubro, 2017

Parabéns Jus à Ju!





O blogue faz hoje um ano! Um ano! 
Já passou um ano desde que resolvi criar este cantinho. Não, não se tornou um blogue super famoso e reconhecido. E também não vivo de rendimentos provenientes do blogue, nem nada que se pareça. Mas aquilo que começou por ser uma brincadeira (escondida) atingiu agora um ano de desabafos, histórias, memórias, e muito texto sobre mim ou sobre quem me rodeia.
Começou por ser um miminho de mim para mim. E agora acredito que o seja para mais alguém!
Espero que continuem a passar por cá, com mais ou menos assiduidade, e que continuem a gostar deste miminho. 
Que este Jus à Ju conte muitos mais anos de vida!!!

12 outubro, 2017

Mudanças profissionais.

Ontem tive uma proposta de emprego. Ou melhor uma proposta de negócio. Porque as condições acabavam por ser ficar com alguma coisa que alguém já não pode ter e tornar aquilo meu. Comigo à frente. Comigo a encabeçar as responsabilidades e despesas.
Assustei-me! Senti-me mesmo acanhada. Dar um passo assim implica estar muito segura e confiante de que vai dar certo. Mas pode não dar. E as despesas são fixas e certas desde o primeiro mês.
É certo que se fosse a começar do zero era pior. Mas nestas condições não começava do zero, mas começava do 1. Escritório praticamente montado, clientela já com "algumas raízes" ali, e ser mais perto de casa. Mas... Sempre o mas! E se a clientela não se adaptasse a mim? E se essa clientela fosse fiel à anterior pessoa por laços de amizade e já não sentisse o mesmo comigo?
Quem lá estava falou-me de valores. Com as despesas todas pagas disse-me com quanto ficava.
Eu a fazer as contas, ficava com menos o dinheiro de uma renda que vou pagar e a anterior não pagava. É o salário que tenho agora! Fixo. 

Refleti e acho que não vale a pena o risco. O namorado não me quis influenciar mas concorda comigo. A minha mãe foi mais assertiva e disse logo que não achava uma boa troca.
Não quero tomar a decisão com base na opinião dos outros. Mas acho que ontem, já dentro do carro de regresso a casa, sabia qual a resposta a dar. Não quis ser precipitada e só no fim de semana é que vou tomar a decisão final e comunicá-la.

Não gosto de olhar para trás e ver que ficaram arrependimentos. O caminho é em frente e nunca a olhar por cima do ombro. Mas tenho medo que uma decisão como esta esteja a ser influenciada pelo medo de arriscar. Pelo medo de saber se sou ou não capaz de dar um passo desses. 
Não me quero sentir melindrada por medos que me impedem de avançar profissionalmente. E há qualquer coisa aqui dentro que me diz que uma resposta como a que vou dar é precisamente isso. Baseada nesse medo da responsabilidade. E não estou propriamente a falar da responsabilidade do trabalho em si, porque essa já a tenho agora e já a assumo ainda que tenha outra pessoa comigo. Refiro-me a questões financeiras. Sejamos realistas, pelo menos no primeiro ano não vou ganhar dinheiro. O que ganhar vai ser para me orientar com as despesas fixas todos os meses. E isso é o que me assusta. Se ao final do primeiro ano ainda não tiver a estabilidade financeira que pretendia alcançar.

Ontem foi isto que transmiti em voz alta ao namorado enquanto conversava com ele. Ele diz que já tenho a decisão tomada. E não está enganado.

Espero que eu também não esteja!!!

11 outubro, 2017

Semelhanças?!

Acho que já não acompanho uma novela da TVI desde a época de Morangos com Açúcar! Mas neste últimos dias tenho dado uma vista de olhos na novela Herdeira.
E espantei-me com uma das histórias da novela ser tão, mas tão parecida ao livro de Jodi Picoult "Para a minha irmã".
Nunca li este livro porque vi primeiro o filme e depois acabei por não ler o livro. O filme deve ser um dos meus preferidos de sempre. Com uma história super forte, super marcante. Já o vi imensas vezes e choro sempre. 

A história incide sobre um casal com três filhos, sendo que um deles sofre de leucemia, e a filha mais nova foi concebida para poder salvar a irmã doente. Depois de muitos tratamentos, cirurgias e muitos momentos dolorosos fisicamente bem como psicologicamente a filha mais nova resolve pedir a emancipação médica e contrata um advogado para o conseguir. A história desenrola-se com o agravamento de saúde da filha doente, com a  emancipação médica da mais nova, com o afastamento/esquecimento do outro filho, e com os pais a tentarem perceber o porquê da filha mais nova tomar agora esta decisão.

Na novela parece-me algo muito, muito parecido (para não dizer igual). Um casal com três filhos. Uma delas tem uma doença (não sei se é leucemia) a filha mais nova nasceu para poder salvar a irmã doente, e pelo menos nos episódios que eu vi a mais nova já recorreu a um advogado para se tornar emancipada. Igual?

Quem acompanha a novela e conhece a história, seja do livro, ou do filme, também encontrou muitos pontos semelhantes?

08 outubro, 2017

Quem diria que em pleno mês de outubro faríamos praia?! Hoje foi o dia!!


05 outubro, 2017

Feriado.

Os planos para o dia de hoje passavam por ir para a praia. Mas de manhã estava imenso frio e de tarde resolvemos não fazer nada de nada.
Ontem o namorado queixava-se de dores de garganta, tosse e dor de cabeça. Eram 22h30 e ele já estava a dormir. Desconfiei que aquilo não ia ficar por ali. E não ficou. Hoje para além dos mesmo sintomas tem febre.

E como depois de um ficar constipado o outro obrigatoriamente também fica hoje já andei agarrada aos lenços de papel. Dor de garganta nada, febre também não e dor de cabeça também não. Mas ranho tenho imenso!

Amanhã ele não trabalha e espero que o dia de folga o ajude a ficar recuperado. Eu amanhã trabalho e espero não ficar pior! 
E o nosso feriado foi passado entre xaropes, lenços de papel, termómetro, comprimidos... Uma emoção portanto!!!

02 outubro, 2017

Ressaca de eleições.

Hoje devia ser dia de folga.
Ontem estive numa secção de votos como delegada de uma candidatura pela primeira vez e consegui durante o dia ficar com duas dores de cabeça e chegar a casa completamente exausta como se tivesse corrido uma maratona (nunca corri nenhuma mas imagino que deva cansar para caraças)!
Não estive como membro da mesa de voto, por isso imagino que se eu estava cansada então quem lá esteve devia ter ficado completamente KO. 
Eram 22h45 quando saí daquela sala depois de 3h45 de stress (que isto mexe com os nervos de uma pessoa)! Já não conseguia ver boletins à minha frente, nem números, nem nada que se parecesse.
Hoje tinha a opção de não vir trabalhar! E se nunca pus isso em causa, ontem durante essas 3horas e tal ponderei avisar a boss de que ia precisar de descansar pelo menos só da parte da manhã.
Mas não tive coragem!!!
Hoje estou em modo lenta. Muito lenta!

Sinto-me a arrastar, sem qualquer tipo de produtividade.
O dia vai ser longo!

Resta-me o resultado das eleições: objectivo cumprido, ganhamos a assembleia de freguesia (mas a câmara municipal mudou de cor)!


01 outubro, 2017

Votem por favor!

Hoje é dia de votar!
O ideal era uma pessoa não ter de lembrar que hoje é dia de eleições, mas infelizmente ainda há tanta gente que acha que ir à praia, ao cinema, ao futebol é bem mais importante que votar. Mas não é!

Em dia de eleições devemos exercer o nosso direito ao voto. Em quem votamos não interessa para nada, o que interessa é votar.
Para hoje podermos exercer o nosso direito ao voto tiveram outros de lutar imenso por essa conquista. Nasci com a liberdade adquirida. Sem qualquer tipo de problema em expressar o que penso a qualquer hora do dia e em qualquer lugar. Mas nem sempre foi assim.
E por isso dou imenso valor a este direito.

Hoje, mesmo que tenham já planos para o dia, guardem 5 minutinhos para irem votar. É rápido, é simples, é secreto e assim ficam de consciência tranquila de que exerceram o vosso direito ao voto e contribuíram para a escolha dos nossos dirigentes. 
Vão votar por favor!!!


28 setembro, 2017

Isto é tentar ser (não) saudável!

Riam-se de mim! Riam-se que eu também já me ri!
Hoje cheguei mais tarde a casa e o namorado tinha um jantar marcado.
Nem pensei muito no jantar, como era só para mim, mas a fome deu sinal de si, bem como a preguiça para cozinhar e comecei a imaginar onde ia desencantar qualquer coisa para comer. Lembrei-me que já não comia daquelas pizzas congeladas há imensos anos. Desde os tempos da universidade mais concretamente.
Eu adorava essas pizzas. Principalmente a pizza congelada de atum da marca pingo doce! E foi essa mesma a escolhida. 
Cheguei a casa e quando estou a tentar abrir a caixa da pizza reparo nas calorias... Ia tendo um colapso!!!
Por meia pizza, repito meia pizza, tem 430 calorias! 430 calorias.
WHATTTTTTTTTTTTTTT?????????????

Portanto, quando eu andava na universidade comia uma pizza destas pelo menos uma vez por semana e ingeria assim como quem não quer a coisa 860 calorias! Como é que eu nunca vi isso????

Sucede-se que agora eu já tinha a pizza em casa, não me apetecia cozinhar, e ingerir 860 calorias às 21horas não era opção, então:

Parti a pizza a meio e comi só metade! 
Se continua a ser super calórico? Claro que sim, mas assim sinto-me um bocadinho melhor!
Se me apetecia a pizza toda? Mas é claro que sim!
Se a conseguia comer toda? Sem dúvida alguma.
Mas uma pessoa já não vai para nova e tem de tentar ser um bocadinho mais saudável só que não!

Futilidades #18

Camisas nunca são demais no nosso armário. Umas mais compridas, outras mais curtas, umas mais justas, outras mais largas, umas lisas, outras com padrões, às bolinhas ou riscas... Camisas dão-nos uma apresentação mais formal e são facilmente usadas em conjuntos usados no emprego, ou então super práticas para usar com sapatilhas e umas calças mais largas. Eu pessoalmente gosto imenso de camisas. Não sou muito esquisita, só não gosto delas curtas, nem muito quadradas. De resto venham elas!!!

25 setembro, 2017

Relações e certezas.

Os dias mais emotivos, mais sensíveis acabam por ter o efeito de tempos de consciência. Tempos de reflexão (tal como acontecerá no sábado antes do dia das eleições)!
E este fim de semana, precisamente em jeito de reflexão e do desenrolar dos últimos acontecimentos, dei por mim a pensar na minha família. Ou melhor, na família que pretendo construir. 
Estava no banho (momento em que para além de cantar serve para mim de reflexão) e até esbocei um sorriso tímido pelos pensamentos que me iam palpitando na cabeça e no coração.

Eu e o namorado temos as nossas diferenças, como toda a gente, que ninguém é igual a ninguém. Talvez por se tratar de uma questão de feitios eu sou mais radical, e ele mais ponderado, sou mais impulsiva e ele mais moderado (assim no geral).
 
Enquanto conversávamos sobre o que se passava à nossa volta, enquanto desvendávamos a opinião um ao outro, fiquei com a certeza que a minha escolha de ser ele aquele com quem quero construir uma família nunca esteve mais certa. Não, não concordamos em tudo, e também sei que quando for connosco, quando nos tocar a nós ser as personagens principais da história, as coisas podem não ser tão práticas e claras como são agora. Mas no presente, e imaginando o futuro sei que a base desta família será forte, e assente em valores e princípios que ambos achamos imprescindíveis.

Não gosto de falar abertamente da minha relação. Ela só a mim e a ele diz respeito! Mas costumo contar episódios do quotidiano, e quem nos conhece sabe que somos um casal perfeitamente normal, com momentos de muita felicidade e outros tantos de discussão. Faz parte. Cada um é o que é nesta relação e não invejamos outros casais. O que funciona para uns pode não funcionar para outros, por isso cada um deve tentar viver a relação como acha que em conjunto ela funciona.

Tudo para dizer que neste fim de semana enchi-me de certezas para o futuro com ele (ainda que a meio da tarde de domingo tenha havido uma discussãozinha)!!!

22 setembro, 2017

Família.

Nestes últimos dias tenho pensado imenso no conceito de família e naquilo que ele significa para cada um.
Tenho um casal muito próximo que está a atravessar uma fase menos boa, o que acaba por se repercutir em mim, no namorado, e em todos que estão à volta deles.
Independentemente da culpa, dos atos, ou da razão que eles têm a estrutura familiar é abalada. Ainda por cima quando existe um filho que a esta data tem 14 anos.
Que a vida adulta é um um verdadeiro desafio eu já sabia. Tal como sabia que a vida é feita de escolhas, opções, e que nem sempre tomamos as corretas. Mas só mais tarde é que nos apercebemos disso. Mas as consequências daquilo que somos ou fazemos vai afetar principalmente os outros. E esses outros são aqueles que estão ao nosso lado sempre. Família e amigos.
O feitio, a personalidade de cada um de nós quando estamos numa relação é moldada. Não precisa necessariamente de ser mudada, mas tem de ser moldada àquele que vive connosco. É um processo natural e que acho que deve acontecer à maioria dos casais.
Mas aqueles que não passam por esta fase depois vêem-se em situações como esta que estou a assistir.
Conseguiram resistir até agora. Mas já não conseguem suportar mais a forma como a relação está. É natural! Tal como é natural que durante todos estes anos neste tipo de relação a mesma fique desgastada.

E agora? Depois de todos estes anos, aguentaram. Suportaram mesmo quando tinham vontade de bater o punho na mesa, mas não o fizeram. Agora que a relação chegou a este ponto, o que fazer?
A separação é  a primeira opção. Mas quando o filho, já de 14 anos, diz que não quer a separação dos pais? Claro que não quer! São poucos os filhos que aceitam a separação dos pais.
Mas, tem o filho direito de condicionar a vida dos pais?
A meu ver não tem. Mas eu também sou filha. E também sei que a posição que tomaria enquanto filha era a mesma que a dele.
Mas quando no meio desta relação, desta família, existem terceiros que se acham as personagens principais desta história, sobrepondo-se até aos próprios pais? Estes mesmos pais deixaram. Deixaram isso acontecer durante estes anos, mas agora não querem mais. Ou melhor querem, mas para aquilo que lhes convém!

Como fica o filho de 14 anos no meio de toda esta confusão?
Pois eu digo-vos como fica. Fica com uma ideia excessiva de realidade que não devia ter com esta idade. 
E eu?
Eu fiquei sem reação depois de conversar com um adolescente de 14 anos e perceber que a estrutura familiar dele já há muito que desabou e ele ainda se mantém ali de pé.

 

21 setembro, 2017

Futilidades #17

Com a mudança de estação é quando me apercebo do que está em falta no meu armário. Já comecei pelas calças de ganga e agora descobri os casacos. Desde sobretudos a casacos mais leves de meia estação! Hoje só à hora de almoço, e porque estava a falar com a minha mãe é que reparei que o casaco que trago vestido está pronto para ir para o lixo. É um casaco curto, bege, a imitar pele, que já "rachou" todo e a pele está a sair! Eu de facto já o tinha arrumado lá no armário há muito tempo, mas hoje deu-me para o vestir e nem olhei em condições para ele. Porque se o tivesse feito, nunca teria saído assim de casa.
Juntando a estes casacos de meia estação preciso renovar os meus sobretudos que já tem anos. Muitos anos! E pelo menos dois deles já não vão ver a luz do dia este ano.
Por isso dei uma vista de olhos no que temos para esta próxima estação e aqui ficam algumas das minhas escolhas:

20 setembro, 2017

100!

Só agora reparei...
100 seguidores! 



No próximo mês o blogue completa um ano de existência (passou a voar) e hoje o número de seguidores é redondinho!
Ainda que os números do blogue não sejam uma preocupação para mim, fico contente de vê-lo crescer. Devagarinho, mas vai crescendo!
Obrigada a todos que acompanham o Jus à Ju!

Mas será assim tão difícil...

Encontrar umas calças de ganga que eu goste?

Este fim de semana tirei umas horas para encontrar calças de ganga. Durante o verão tento afastar-me das calças de ganga por não as achar nada frescas, e nada cómodas para dias de grande calor. Mas no Inverno farto-me de usar. São práticas, ficam bem com tudo, e se os dias estiverem mais frescos ficamos mais quentes.
Mas como todos os anos (penso que esta situação tem sido regra) não consigo encontrar nada que goste. Ou são demasiado justas nas pernas e largas na cintura, ou ficam bem nas pernas mas depois parece que temos o rabo quadrado de tão esmagado que está, ou estão de tal forma rasgadas que nos sentimos mais despidas que vestidas, ou são curtíssimas e prevejo dias de muito frio ali na zona dos tornozelos/canela, ou são demasiado claras, ou demasiado escuras, ou são caras...
Depois de experimentar cerca de 10 pares de calças desisti e fui-me embora sem nada.
Com certeza que vou voltar a insistir, até porque já não tenho mesmo calças de ganga, mas prevejo dias de muita dificuldade!


16 setembro, 2017

Caso burla Gilola - Fim

Depois de vos contar o que me aconteceu aqui, ainda estive mais uns dias a tentar entrar em contacto com a loja através do Facebook. Resultado: zero repostas, zero encomenda!
Resolvi expor na página da loja para toda a gente ler o sucedido e ainda coloquei o link que demonstra a quantidade de queixas que a loja tem no portal da queixa. Passado umas horas tinha sido bloqueada. Nada que me admirasse pois já tinha lido em várias queixas que era procedimento normal.

Se antes já tinha decidido ir diretamente à loja, depois disso tive a certeza que só assim conseguiria reaver o meu dinheiro (porque a encomenda já não me interessava para nada).

Lá fui eu, munida de cópias da pouca conversa que consegui ter com a loja, cópia do comprovativo de pagamento, e com o namorado munido do número de telefone da polícia para o caso de ser necessário. Levantei-me hoje de manhã já com dor de cabeça talvez por saber que ia começar o dia a incomodar-me.
Lá descobri a loja, entrei, fui atendida por uma funcionária já com alguma idade, e expliquei o porquê de estar ali. Pediu-me o número da encomenda ligou a um colega (?) que a informou que a parte de cima do conjunto que eu tinha encomendado tinha esgotado e por isso não recebi a encomenda. Informou-me que podia escolher qualquer peça da loja ou então devolvia-me o dinheiro. Como é óbvio disse que optava pela devolução do dinheiro e assim foi. 

Preferi não entrar em discussão com a senhora e demonstrar-lhe o meu descontentamento para com a falta de profissionalismo da loja. Com certeza não será ela a tratar de qualquer encomenda online e provavelmente isto já aconteceu mais vezes tal foi a forma como solucionou o caso. 
O dinheiro foi-me devolvido na totalidade por isso acabei por não ter grande prejuízo a não ser a viagem e a canseira de tentar resolver este problema.

Apesar de ter terminado assim, com certeza há casos que nao tem mesmo hipótese de se dirigir à loja física, e outros tantos de lojas que só existem mesmo online. E nessas situações não há forma de contornar e reaver o dinheiro já pago. 
Por isso espero que o meu caso tenha servido de alerta para todos os que compraram peças em lojas de Facebook. Primeiro pesquisem se de facto a loja tem algum tipo de feedback. Se existe na internet qualquer indicação negativa sobre ela. E mesmo que não encontrem nada optem sempre por aquelas que também tem lojas físicas. Porque se tiverem algum problema na loja online vão poder dirigir-se a um local e tentar solucionar aquilo que não foi possível pela internet (como o meu caso)!

14 setembro, 2017

Coisas que me tiram do sério...

Há muitas é um facto. Não é por acaso que o namorado está sempre a dizer que me enervo com pouco! Tem toda a razão.

Hoje falo-vos daquelas mães que gabam os filhos até não se aguentar mais ouvir uma única palavra da boca delas referente aos mesmos! Acho que chego a ficar stressada com tanta coisa que ouço.
Não, não estou a falar das mães de bebés. Não é desse género de mães. É mesmo das mães já de adolescentes, jovens e até mesmo adultos que acham que os seus filhos são a última bolacha do pacote. 
Eu acho óptimo que as mães (pais) valorizem os seus filhos! Que lhes dêem os parabéns nas suas conquistas, que estejam presentes nos caminhos profissionais e pessoais, que lhe reconheçam o seu valor. Aliás acho isso essencial! Nunca tive isso da parte do meu pai, mas a minha mãe sempre soube reconhecer o meu valor e nunca deixou de me aplaudir naquilo que conquistei. O que eu não concordo é que para valorizar um filho se tenha de rebaixar o de outros.

Porque se um colega entrou num Instituto Politécnico o comentário que sai da boca dessas mães é : "Politécnico para o meu filho? Isso é abaixo das capacidades dele!".
Porque se alguém tira melhor nota que o filho num teste tem de haver sempre uma desculpa, ou copiou, ou teve sorte, ou foi benefício dos professores.
Porque se alguém entra na universidade e o filho não, são capazes de começar com a conversa de que desconfiam que não vão lá durar muito tempo.
Porque se a vizinha do lado for a um casamento linda de morrer a teoria é que gastou fortunas para ir assim, e a filha dela só por ter gasto menos é que estava perfeita.
Porque se o amigo arranja emprego mais rápido, apressam-se logo a informar: "Foi cunha" com o intuito de justificar o porquê dele já ter emprego e o filho não. Ou então dizem que o emprego não é nada de especial e que nunca sujeitariam o filho a algo assim.

E tantas, mas tantas coisas que eu já ouvi dessas ditas mães!
Eu também tenho uma mãe. A minha mãe também fala de mim (e do meu irmão) com outras mães, e com pessoas que não o são. A minha relação com a minha mãe é muito, mas muito próxima. Tenho a certeza que na minha adolescência a minha mãe era das mães que mais sabia sobre a nossa vida (minha e das minhas amigas). Em momento algum, fez algum comentário depreciativo sobre qualquer filha/o de alguém. Quando não concordava com alguma coisa era a mim que me dizia. Quando alguém falava sobre os filhos e os elevava num pedestal a resposta dela era sempre a mesma: "Eu sei bem quem tenho em casa".
E não, este comentário não era usado num sentido negativo, no sentido de me desvalorizar. Era mesmo num sentido de consciência. Ela melhor do que ninguém conhecia (e conhece) os meus defeitos e qualidades, tal como a a minha forma de reagir em imensas situações. E dizia vezes sem conta que "não se deve cuspir para cima porque nos pode cair em cima" (acho que é assim!!!).
Eu não sou mãe. Ainda não estou por dentro do mundo da maternidade. E se querem que vos seja sincera, cada vez tenho mais medo desse mundo. Cada vez me parece mais cruel. Mais egoísta. Ou se calhar sempre foi assim e eu só agora é que me começo a aperceber disso.


11 setembro, 2017

Foi há 16 anos.

Lembram-se o que estavam a fazer, ou como receberam a notícia do que se tinha passado no dia 11 de Setembro de 2001?

Tinha 10 anos e lembro-me de estar a comer cereais na cozinha de casa dos meus pais e a pensar porque é que a televisão não estava a ter a programação normal. Queria ver um programa (não me lembro qual) e só passavam imagens do primeiro avião. Até que de repente vejo as imagens do segundo. E acho que aí percebi que alguma coisa de muito má estava a acontecer.
Levantei-me e fui até à minha mãe que se encontrava no exterior de casa contar-lhe o que tinha visto.
Ela entrou em casa e viu as imagens que estavam a passar em modo repeat já há algum tempo.

E enquanto observava a expressão incrédula, de medo e tristeza que ela transmitia tive a certeza que naquele dia não teria a programação normal da televisão.

 

07 setembro, 2017

Estou tramada.

Chegou aquela altura. Pronto, já não há mais nada a fazer a não ser conformar-me.
Uma pessoa pensa nesta dia, imagina como é quando lá chegar, mas depois não está preparada para quando chega.
Os tempos de adolescente já lá vão, e agora chegou a temida altura dos casamentos!

Casamentos aos potes! Casamentos aos pontapés (salvo seja)! Casamentos por tooooooooodo o lado!

Este ano um já foi, outro será no penúltimo dia do ano.
Para o ano já conto com três! Três! Eu que ia a casamentos de dez em dez anos, tenho três casamentos no mesmo ano. E se faltar a algum deles não me parece que seja opção começo a olhar para a minha carteira e penso duas vezes nas respostas que vou dar aos convites.



06 setembro, 2017

Coisas só dele #10

Começar o dia a rir (é tão raro)!
Namorado sai da cama e vai direto para a casa de banho. Invado o espaço na casa de banho e faço o meu xixi. Meia a dormir olho para ele e noto algo diferente.
Tento em meia dúzia de segundos perceber o que se trata e constato que vestiu os boxers do avesso.
Aviso-o da minha constatação.
Resposta enquanto olha para os boxers:

"Pois estão. É por causa da inveja. Não sei de quem mas é por causa da inveja"!!!

A verdade é que ele saiu de casa e eu não vi se se arranjou ou não!
 

05 setembro, 2017

Digam-me lá...

...quantas de vocês tem mãe, pai, tia , tio, parente já afastado, que tem facebook e partilha todas as mensagens que são de corrente, publica e gosta de todas as fotos que assim o solicitam, e ainda comenta as fotos nas quais estão identificadas mas que não foram publicadas por vocês???

Eu tenho! Eu tenho!
E o que já me ri à custa disso... Vocês nem imaginam!



04 setembro, 2017

Manias!

Uma das coisas que mais me incomoda é almoçar ou jantar sozinha. Sempre fui assim desde nova. Refeições para mim devem sempre ser feitas acompanhada de uma ou mais pessoas.
Aquela sensação de solidão num momento de refeição faz-me mesmo muita confusão. O meu irmão por exemplo é o oposto. Não se importa nada de comer sozinho e acho que às vezes até agradece que o deixem saborear a comida sozinho.

Por isso quando o namorado se levanta da mesa e eu ainda não terminei já estou a perguntar onde é que ele vai. Geralmente é só para ir buscar fruta, ou a sobremesa, mas só de imaginar a ficar na mesa sozinha a terminar a refeição deixa-me triste.
Tal como quando vou a algum restaurante e vejo imensas pessoas a almoçar sozinhas diariamente. A maioria já está habituada e não lhe faz qualquer impressão almoçar sozinha e depois voltar para o trabalho, mas como eu não gosto de me sentir assim também não gosto de ver ninguém numa mesa a comer sozinho.
E também não deixo ninguém a comer sozinho a não ser que seja mesmo alguma urgência que me faça sair da mesa.

Na minha infância os meus pais (o meu pai mais concretamente) dizia que na hora da refeição tínhamos de estar todos à mesa. Até podíamos não trocar grandes palavras mas presentes tínhamos de estar todos. A excepção só se aplicava em doença, ou quando não estávamos em casa.

Para mim na altura achava aquilo uma ditadura. O meu pai chegava a casa de trabalhar e lá tinha eu de ir a correr para a mesa. Mas acho que ficou de tal forma entranhado que agora imaginar-me numa mesa de refeição sozinha não me faz qualquer sentido.