23 fevereiro, 2018

Esta história dos sexos!

No outro dia, enquanto conversava com uma amiga solteira surgiu-me a ideia de escrever aqui no blogue sobre este tema.
Ela queixava-se que não encontrava um "homem em condições". Queria ela com isto dizer que tem sido uma cambada de trastes! Ou mentirosos, ou pouco dados a relacionamentos sérios, ou ainda daqueles que ainda não entenderam o que pretendem para a vida deles.
É certo que isto é só a experiência dela. Não quer dizer, de todo, que todos os homens sejam iguais. Não o são! Tal como nós mulheres também não somos.
No meio da conversa ela sai-se com esta frase:
-É que se ao menos fossem românticos! Daqueles que nos pagam o jantar, daqueles que nos surpreendem com flores ao final do dia de trabalho, ou que nos levam a passear sem dizer o destino....   
E foi aqui que comecei a pensar neste assunto! Será exigido aos homens uma espécie de
protocolo do que devem ou não fazer/dizer numa relação de modo a que não sejam catalogados de brutamontes?!

22 fevereiro, 2018

Queridinhos #8

Usei durante bastante tempo um desmaquilhante da Kiko. Sou uma habitual consumidora dos produtos desta marca, seja de maquilhagem (principalmente) e vernizes. Quando comprei um kit básico de maquilhagem (corretor, base, máscara, pó, blush) também comprei o desmaquilhante. 
Como não me maquilhava diariamente aquilo durou imenso tempo. Mas tudo tem o seu fim, e há alguns meses atrás terminou. Como não tinha possibilidade de passar na kiko nessa semana resolvi experimentar a água micelar da marca pingo doce.


E foi uma grande surpresa. Primeiro porque é bem baratinha (1,99€). E depois porque usada como desmaquilhante da pele é muito, mas mesmo muito boa. Deixa a pele suave, não é nada agressiva, remove a maquilhagem facilmente sem ter de fazer grande pressão na pele, e consequentemente agredi-la.
Nos olhos continuo a usar um desmaquilhante bifásico, mas para a pele aconselho vivamente este produto!

17 fevereiro, 2018

Fifty Shades freed

E ontem à noite foi dia de cinema, e o filme escolhido foi fifty Shades freed.

Li os três livros e quando saiu o primeiro filme fui logo a correr ver. Detestei. Ou melhor as minhas expectativas eram tão altas que me senti defraudada.
No segundo filme já fui mais ciente de que podia correr como o primeiro. É assim foi. Achei-o ainda mais fraco. E agora este terceiro e último filme tinha zero expectativas. Achava que era a história mais fraca dos três e se os anteriores tinham sido tão maus este não fugiria à regra.
Mas enganei-me!
Dos três filmes foi o que mais gostei. A história de facto não era a mais forte mas acho que o filme conseguiu dar a volta a isso. As cenas de sadomasoquismo ficaram um bocadinho de lado neste filme. O que talvez fuja de todo ao assunto principal desta triologia, mas foram muito mais ousados nas cenas de nudez!
O fim esperava algo um bocadinho mais elaborado mas deu para entender a mensagem!
Para quem acompanhou a história seja por livro ou por filmes (ou pelos dois) aconselho a ver este último filme. Não só para finalizar a triologia mas porque acho que dos três filmes este seja o melhorzinho!!!

16 fevereiro, 2018

São bichos senhores, são bichos!

Isto de reduzir na carne e peixe está com pernas para andar! Pelo menos esta semana as coisas estão a correr bem. O almoço é feito normalmente, mas ao jantar não como nem carne nem peixe.
Pelo menos durante um tempo tenciono fazer uma única refeição no dia com carne ou peixe, e depois quando me sentir confiante para isso eliminar completamente da minha alimentação.
Ainda tenho um logo caminho para percorrer mas eu passo por cá para contar como está a correr!

Mas o que me traz cá hoje foi que esta semana tentei fazer umas receitas diferentes para me ir habituando a não comer carne e peixe. Depois se estiverem interessados deixo aqui algumas das receitas que tenho provado e que aprovei (coisas simples, já sabem que não tenho grande dom para a cozinha).
Num dos dias resolvi fazer um risotto de cenoura. Era a primeira vez que me aventurava no risotto. Nunca o confeccionei. E apesar de já ter na ideia o de cogumelos, vi umA receita do de cenoura que tinha excelente aspecto e para ser o primeiro achei que era uma boa opção!
Era... Era uma boa opção. 

15 fevereiro, 2018

Ai a honestidade!

Há pessoas que só de escritura passada é que nos entendemos.
Tudo deve ser escrito, assinado, lido aos presentes e de preferência com testemunhas.
É que já não é a primeira vez que uma cliente em particular me diz que desconhecia certas condições, quando eu sei (tenho a certeza) de que foi informada de todos os passos dos procedimentos.
Não sei se é vício dizerem automaticamente que não tinham conhecimento, se é para criarem logo um problema, se é para tentar fugir a pagamentos (esta pessoa já tem histórico disso), se é feitio... Não sei. Só sei que quando tenho de falar com ela sobre o próximo passo do processo é sempre uma confusão. 
Já a começo a ver a abanar a cabeça a dizer que não, que não sabia, que eu não lhe tinha dito, que não fazia ideia, etc!Toda uma panóplia de justificações que sinceramente tiram-me do sério, pela falta de honestidade das pessoas.

Não somos todos iguais.
E se há qualidade que me orgulho muito em ter é precisamente a honestidade. Tento ser o mais esclarecedora possível (até porque trabalho maioritariamente com pessoas de bastante idade e com dificuldade em entender a maioria dos procedimentos), e em momento algum escondo informações acerca do que tenciono fazer. Aliás, só para ter a certeza que as pessoas depois não me vão dizer que não sabiam dou logo no início do processo a conta e tudo para que não hajam dúvidas nenhumas em fazer os trabalhos comigo ou não.

E depois vem estas pessoas que honestidade é zero, e tentam infernizar-nos o dia com este género de atitudes. Que haja uma próxima vez com esta senhora que no final da consulta farei um resumo, ela vai assinar, será datado e guardo em arquivo. Só para fazer prova de que ela já tem conhecimento de tudo.

14 fevereiro, 2018

Feliz dia dos namorados!

Não há volta a dar. Por muito que não sejamos românticos hoje é o dia de soltarmos os nossos sentimentos e comemorar o dia do amor!
Os corações são visíveis em todas as ruas, as floristas trabalham a dobrar, os supermercados estão cheios de ideias com imensos chocolates, os casais de adolescentes tem demonstrações  de carinho em cada esquina e nós mesmo que não comemoremos o dia sentimos necessidade de o marcar de alguma forma!
Por isso, se como eu não são os maiores fãs do dia, atirem essa falta de vontade de comemorar para trás das costas e aproveitem o dia da melhor forma, amem-se muito, respeitem-se e deixem o amor no ar!

13 fevereiro, 2018

Coisas só dele #12

E em véspera do dia dos namorados qual é o melhor elogio que o meu namorado me pode dar?!

-Hoje pareces um alicate de pontas!!!


Posso-vos garantir que não estava mascarada!

Adenda: Para esclarecer a comparação, estava de roupa bastante justa e ele achou que um alicate de pontas era o que mais se parecia comigo, magra em cima e com uma anca "saliente" em baixo!!!!

12 fevereiro, 2018

Um facto sobre mim #3

Entrei na universidade em 2008. Fui caloira de 2ª fase, ou seja apanhei já muitas coisas a meio. Já havia grupos criados, noitadas planeadas, horas de estudo marcadas quando cheguei. Não entrei no curso, nem onde queria, e meia contrariada achava que pretendia viver sozinha. Saiu-me a sorte grande quando tive de ficar numa casa com mais quatro raparigas. Nos primeiros dias foi o horror! Não me imaginava a dividir casa com tanta gente. Mas acho que foi só a primeira semana. Fui super bem recebida, tanto em casa como na universidade. Não tive qualquer problema em me integrar quer na minha turma, quer na praxe, quer nas saídas à noite,... Tudo corria perfeitamente!
Sou daquelas que tem excelentes memórias da universidade. Foram dos melhores anos da minha vida, conheci pessoas excepcionais (a maioria são os meus melhores amigos agora) foi onde conheci o meu namorado, por isso só tenho coisas boas a dizer da universidade.
Mas é claro que também houve maus momentos. Também houve coisas más. Exames que não corriam como pretendíamos, semestres de aflição porque só via más notas a chegar, pessoas que pareciam uma coisa e eram outra. Enfim, a universidade prepara-nos para aquilo que é a vida real. Estava longe de casa, tinha de me saber orientar sem os meus pais por perto, tinha de conciliar diversão com o estudo. Foi um crescimento diário.

Por isso é que esta história que vos vou agora contar não mudou em nada a visão tão positiva que tenho da universidade.
Todos passamos por coisas menos boas, mas é mais ou menos aquela questão de ver o copo meio cheio. 
Durante o meu primeiro ano, desde o início que me juntei a uma grupo de pessoas onde tinha caloiros (como eu) e algumas pessoas que já la andavam há muito tempo. Por acaso nenhum era do meu curso, mas como duas das minhas companheiras da casa frequentavam esse grupo e andávamos sempre juntas então foi lá que me integrei! E correu tudo bem. Cada um com o seu feitio, com os seus jeitos, como é normal, mas o grupo funcionava bem. Mas com o tempo começamos a reparar noutras coisas, noutros pormenores e começa a existir coisas que não combinam muito connosco.
Foi o que me aconteceu. Havia pessoas que não me agradavam de todo. Simplesmente não combinavam comigo. E comecei a afastar-me. Cometi o erro de comentar com outras pessoas desse mesmo grupo, o porquê de me estar a afastar, em jeito de justificação. E o problema começou aí. A quem eu contei fez questão de transmitir a essas mesmas pessoas que eu não gostava e o problema nasceu aí. Lá está aquela história do diz que disse. Uma criancice, uma patetada, mas que depois gerou um problemão!

Passava-se a benção das capas. A primeira vez que ia trajar. Estava nervosa já pelo ato solene mas também porque já tinha sido "avisada" que na benção das capas ia sofrer as consequências de ter andado a "falar mal" de doutores (os tais que eu disse acima que não combinavam comigo no tal grupo).
O que se passou na benção das capas foi do mais parvo, ridículo e humilhante que já passei na vida.
As capas já estavam estendidas no chão, uma pessoa bem tentou escondê-la para não ficar muito suja, mas não adiantou de nada. Quando esses ditos doutores chegaram à minha beira pediram que eu puxasse a minha capa para cima. A quantidade de porcaria que foi despejada em cima da minha capa foi de tal modo que era impossível passarem por ela. Fizeram questão de me dizer no ato que o que estava a acontecer foi porque eu tinha "falado mal" deles. 
Como devem calcular ainda isso estava a começar e já eu estava  chorar.
Agradeço imenso a quem estava ao meu lado. Não eram pessoas minhas amigas, mas uma delas (conhecida e caloira como eu) deu-me a mão para me aguentar até ao final. Também ela sofreu com os descompensados que despejavam litros de porcaria em cima da minha capa.

A noite foi horrível, no dia seguinte liguei à minha mãe a chorar e a contar o que se passou, e ela queria que me fosse embora naquela hora. Não fui. Fiquei. Tentei fazer queixa deles. Não deu em nada. Recusei-me a falar com eles diretamente, mesmo que tivessem tentado fazê-lo. Ainda há uns dias os encontrei num bar, e relembrei toda esta história. Sou incapaz de olhar para eles...

Mas não deixo que esta história marque a minha passagem pela universidade. Fez-me crescer. Fez-me conhecer pessoas excepcionais. Fez-me conhecer outras tantas horríveis.
Não me fez ver a praxe como um bicho papão. O que se passou comigo não foi praxe. Foi feito por alguém que nunca deveria trajar. Foi feito por vinganças pessoais, por pessoas sem bom senso, por pessoas más e cruéis. 
E na vida há muitas assim. Eu cruzei-me com estas na universidade, mas com certeza na vida vou conhecer outras tantas!

11 fevereiro, 2018

Nãoooooooo!

Um dia tinha de ser.
Uma pessoa sabe que não vai ser assim para sempre. 
Uma pessoa fala sobre o assunto e até brinca com o dia em que irão aparecer. 
Mas quando chega o dia uma pessoa não está preparada. 
Podem dizer que não é nada. Podemos até gozar com a situação, mas no fundo no fundo acho que acabamos por atingir uma outra fase (não necessariamente má).

Hoje foi o dia. Andei a semana toda a falar sobre isso. O namorado dizia-me sempre que não. Que eu estava a inventar. E efetivamente o que eu via não estava certo. Mas hoje ele viu. Foi ele. Sem óculos conseguiu ver. Não acreditei nele. Lá está, custa sempre admitir. Já falei muito sobre o assunto, mas hoje quando ele me disse o que viu achei que não era possível.
-Não é nada!-disse eu.

10 fevereiro, 2018

Depois conto-vos...

Ando com uns pensamentos estranhos. Nada de grave mas com umas ideias que me andam aqui a matutar.
Já varias vezes disse que adoro comer. É daquelas coisas que faço com gosto. Daquilo que gosto como e como muito. Falo principalmente de pratos principais. Das refeições como almoço e jantar. Aquelas comidas de conforto. Tenho alguns pratos que não como, algumas coisas mais comuns que não gosto mas no geral nem me considero muito esquisita. 
Mas como eu estava a dizer quando gosto da comida tenho tendência a comer bastante. Fico mesmo com aquela sensação de estar farta. Até à data não senti grandes problemas com o peso na balança mas com a idade é natural que uma pessoa tenho um cuidado extra. Mas o que vos vou dizer a seguir não tem propriamente a ver com o peso.

Nestes últimos dias em conversa com o namorado e com a minha mãe referi que estaria na altura de reduzir o consumo de carne e até mesmo de peixe. Pode parecer ridiculo para alguns, mas a verdade é que cada vez que faço uma refeição de cabrito (exemplo) começo a pensar nos animais e nesta lei do mais forte que nos leva a achar que podemos pôr e dispor da vida dos animais. Não quero ser sensacionalista e muito menos radical. Sinceramente não sei se serei capaz de resistir a comida que tanto gosto com esta ideia. Mas também não custa nada tentar. Há uns anos atrás estive cerca de 3 meses a consumir pouquíssima carne nas refeições. Só comia carne na sopa e não era regularmente. 

Se por acaso levar esta ideia para a frente conto-vos como correu. 
Mais alguém com vontade de levar esta ideia para a frente?